Namorando um alemão

Um filme de Marco Kreuzpaintner com Kostja Ullmann, Aylin Tezel, Ken Duken, Katja Riemann. Tom Herzner (Kostja Ullmann), um ícone para a comunidade homossexual, está ansioso para lançar sua ... A Alemanha é um país moderno e cosmopolita, mas mesmo neste mundo altamente individualizado e móvel do século 21, a família ainda é de importância fundamental para o povo alemão. Os homens na Alemanha têm a visão do futuro e da inovação. A educação é de extrema importância para eles. Já não é nenhuma novidade que estou namorando um cara alemão né? ... (Lívia e Leonard) ficou tudo entre M&M e L&L kkkkkkkk mas tudo bem, decidimos que queremos ter de 2-3 filhos e que um terá nome brasileiro e outro alemão, so não decidimos em caso de termos o 3º filho. ... Exemplos de uso para 'namorado' em alemão Essas frases provêm de fontes externas e podem ser imprecisas. bab.la não é responsável por esse conteúdo. Portuguese De como o chefe de Estado Erich H. salvou da execução o namorado de sua filha grávida. Amei estou namorando um Alemão ele vive no norte da Alemanha, e eu vivo aqui no Brasil a distância é um obstáculo, mas está tudo certo, eu amei, irei mostra-lo por que no início ele ficava um pouco confuso com tudo o que eu falava, e ele sempre simples e objetivo nas resposta… Olá, entrei neste site a achei muito interessante, conheci um alemão há 4 meses e semana passada nos encontramos pel internet,não rolou aquela quimica pessoalmente, mas em todos os momentos ele me tratou com respeito e carinho..além de ter pago tudo e me dando atenção a todo momento…Achei superbacana atitude dele o que com certeza ... Como conquistar um alemão. O homem alemão é um carinha bem interessante. É claro que não dá para afirmar que todos eles são iguais, mas indicarei algumas características que encontrei nos homens que tenho contato por aqui. Afinal, são muitas brasileiras apaixonadas por alemães. 1 – É devagar, é devagar,... Oi, conheci um alemão em um aplicativo e eu que tomei a iniciativa de mandar um “hi” pra ele. No começo foi tudo lindo, ele me passou o whatsapp e começamos trocar idéias todos os dias, mas não me toquei que minha mania brasileira iria afetar a gente. Ele diz que é muito tímido, e eu sempre mandava mensagens, ele responde sempre. Diego Alemão, o campeã do “BBB 7”, postou a primeira foto com a nova namorada, a empresária de Curitiba Andresa Malucelli. A loira de olhos claros tem 40 anos (um a mais que Alemão) um ... Para conhecer a Alemanha histórica, dê um passeio por Colônia, ou se preferir, vá às compras com um amigo, a cidade de Düsseldorf tem muitas opções. Você pode até mesmo tomar sol em uma das muitas praias ao longo do Báltico, e se você gosta de mais ação, um passeio na mágica e misteriosa Floresta Negra é a melhor pedida.

Quero deixar minha religião mas me sinto que sou um traidor

2020.05.23 17:50 yasqueenslayomg Quero deixar minha religião mas me sinto que sou um traidor

Ao contrário de muitas pessoa que cresci numa familia, cultura e religião bem fechado. Meus pais são judeus ortodoxos da oriente medio (não Israel). Alem da regras da religião, eles me cresceram com teorias e ideias tão racistas que as vezes não posso acreditar. Eles sempre dizem que negros e africanos são macacos, burros, violentos e que miscegenação e a mistura da raças não deve acontecer. Na verdade, quando era criança todas as vezes nos filmes/series que meus pais e eu vemos um casal “misto” (homem negro e mulher branca ou contrario) meus pais quiseram vomitar e mudaram o filme.
Também, há a coisa da religião. Como judeus meus pais sempre insistam e obrigam que minha mulher precisa de ser judeu, pq a Bíblia diz que herança judaica vem da mãe. Se não, eles disseram que meus filhos não serão “puros” e que vou perder meus filhos pro mundo não-judaico. Eu comecei namorar tarde na minha vida, eu sempre tive duvidas se estou fazendo a coisa certa em namorando com pessoas que não são da minha religião. Comecei de ser agnóstico/ateísta quando entrei na universidade 6 anos atras. Li sobre as contradições da bíblia, as regras que não são morais e eu parei de observer as regras e crer num deus. Mas ainda, esta regra sobre mulher, religião/etnia está me incomodando. Eu sei que logicamente não há nada errado quando duas pessoas se amam e querem se casar.
Também eu sei estas regras sobre casamento foram criados por rabinos (homens mortais) no deserto depois do exílio do judeus pelos Romanos. Mas ainda não sei pq me sinto culpado e como eu fosse um traidor. Eu não sei se estes sentimentos de culpa vêm de eu mesmo ou da forma e propaganda que meus pais me deram. Também eu sei, se uma pessoa tirar “judeu” e colocaria “branco/aryan/alemão puro” que todos nós pensaríamos que esta pessoa é bem racista. Então qual é diferença entre esta regra religiosa e as regras de Alemanha Nazista e Apartheid. Num lado eu penso, pq devo seguir esta regra da Bíblia/comunidade quando não acredito em 99,9% “regras”. No outro lado, se eu casar, estou traindo minha comunidade e cultura? Não sei. Pq a vida é tão difícil. Pq meus pais não podiam me crescer com amor sem condições, sem ódio, sem racismo, e sem julgamento.
Eu não sou do Brasil, então eu sei como esta maneira de ser crescido parece bem estranho. Mas quando eu comecei estudar português e cultura brasileira e vi uma cultura completamente contraria do que eu cresci. Quando eu morei e trabalhei lá, parece ninguém se preocupa com estas coisas de herança, cultura, herança e a “pureza” de raça. Eu sei que nem tudo do brasil é como assim e que nem tudo que brilha é ouro, mas me apaixonei com uma cultura e país que me aceitou e me amou sem condições.
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2020.03.28 21:58 Inevitable_Speaker Eu não aguento mais o meu casamento

Boa noite a todos. Como o título já disse, eu sou casado e estou passando por um momento bem difícil no meu relacionamento. Três anos atrás eu me mudei para a Alemanha para trabalhar aqui, e na época eu estava namorando a 6 meses com a minha atual esposa. Eu não sabia se ia ficar permanentemente aqui, já que tinha um contrato de 1 ano de duração, mas planejava trabalhar bastante para poder me estabilizar por lá nesse intervalo. Eu não tinha muita certeza sobre o futuro do relacionamento na época, pois era bem recente e nunca tinha tido um relacionamento a distância antes. Conversamos (e brigamos) bastante sobre nosso futuro juntos, e acabei dizendo que deveríamos terminar - já tínhamos tido alguns atritos nesses 6 meses, e não achei que o relacionamento a distância ia ser melhor. Ela reagiu muito mal a isso, chegando a me fazer ter medo dela acabar fazendo algo contra a própria vida. Acabei voltando atrás, e decidi que poderia dar uma chance ao relacionamento à distância, e tentar desenhar um plano para estarmos juntos novamente no futuro.
O emprego que eu consegui era um estágio, e o salário dava pra eu me manter, mas não o suficiente para viver com muito luxo. O plano era conseguir alguma experiência por aqui, uma boa recomendação e então conseguir um emprego "de verdade". Decidimos que ela ia vir pra cá com um visto de estudante, depois que eu tivesse condições pra bancar ela. Nós juntamos todo o dinheiro que podíamos pra tornar isso possível. Nenhum de nós veio de família rica, então só podiamos contar com nossa própria renda pra juntar o suficiente pra passagem dela, custos de visto, calção pra um apartamento onde pudéssemos morar juntos (tinha que ter um tamanho mínimo por lei pra duas pessoas morarem nele), do curso de alemão que ela iria fazer. Nós dois fizemos mudanças bem sérias nas nossas vidas, e abrimos mão de bastante coisa, pra manter esse plano. E eu acho que ter isso como meta me ajudou bastante a me manter focado e não me deixar abater pelas dificuldades de ser um imigrante trazem.
Nesse intervalo de um ano, nós continuamos brigando com uma frequência mensal. Cheguei a querer terminar o relacionamento mais uma vez, no auge da pressão que senti do trabalho, brigas e preocupações financeiras. Mas tudo isso que nós dois passamos juntos me fez sentir um senso de dever com ela - ela tinha feito sacrifícios do lado dela também, e apesar de ainda estar no Brasil, eu sabia que ela não tinha ninguém com quem contar. O trabalho dela era exaustivo e pagava mal, sua família era tóxica e ela morava num bairro perigoso de uma cidade cada vez mais violenta. Eu senti que precisava tomar conta dela, porque ela também tinha me ajudado a me manter são aqui. Então, aceitei reatar com ela e decidi que era a última vez que faria algo assim. Eu queria trabalhar no nosso relacionamento e tentar encontrar a raiz dos nossos problemas. Depois de um ano na empresa, fui efetivado e comecei a ganhar bem o suficiente pra sustentar a nós dois aqui. Seguimos conforme o planejado, eu consegui um apartamento e ela veio pra cá com um visto de turista, para aplicar pro visto de estudo aqui. Por causa de burocracia e falta de entendimento nosso do processo, o visto dela foi recusado. O visto de turista dela ainda ia durar por mais 1 mês e meio. Eu tinha me preparado pra esse cenário mentalmente, e vi duas possibilidades pro futuro: Aceitar que tinhamos calculado mal nossos passos, e deixar ela voltar pro Brasil, sem emprego, para poder tentar novamente depois de pelo menos 6 meses; ou eu assumia a responsabilidade que tinha com aquela mulher e nos casávamos, fazendo com que ela compartilhasse do meu visto. Obviamente eu escolhi o segundo, porque eu sou um idiota. Nossa vida de casado tem tido seus altos e baixos. Nós evoluímos bastante como casal desde o início do nosso relacionamento, mas nós pulamos várias etapas quando casamos de forma tão repentina. Eu nunca tinha dedicado meu tempo a pensar no que eu desejava numa esposa - numa parceira pra vida inteira. Muito dos nossos planos pro futuro são extremamente incongruentes - eu gostaria de ter filhos nos próximos dois anos, ela não os quer por pelo menos 8. Ela quer morar numa cidade grande, eu quero ir pra um lugar mais sossegado. Ela quer continuar na Alemanha, eu quero ir pro Canadá. Nossa vida sexual também tem sido um lixo. No início do nosso relacionamento, tínhamos uma química muito boa na cama, mas isso mudou depois que ela se mudou pra cá comigo. Não sei se foi a falta de sexo por 1 ano que nos deixou enferrujados, mas desde então poucas foram as vezes em que fiquei realmente satisfeito (e tenho certeza que o mesmo vale pra ela). Isso têm causado um mal estar grande entre nós dois, e ela me culpa bastante por isso, o que me irrita e acaba causando mais discussões.
No momento em que escrevo isso, ela está se recuperando de uma inflamação no útero (que ela já insinuou ser minha culpa),e portanto estamos a quase um mês sem sexo de nenhuma forma. Não me sinto motivado a buscar nada sexual com ela, sinto como se essa parte de mim estivesse morta. É um sentimento horrível. Ultimamente até as demonstrações de afeto dela como beijos e abraços me causam um pouco de repúdio por vezes. Talvez a falta de espaço pessoal trazida pela quarentena tenha aumentado isso. Tivemos outra briga por causa de algo menor a uma hora atrás e estamos sem nos falar desde então. Prevejo que isso vá se estender pelo resto da noite. Não é isso que eu quero pro resto da minha vida, mas tenho dificuldade em saber como agir com ela ultimamente.
Obrigado por me ouvir, se você chegou até aqui.
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2019.09.13 17:49 gcbraun Mudando de país e de carreira depois dos 30: a minha experiência...

Recomendaram que fizesse esse post por aqui:

Nasci no Rio de Janeiro, em uma família de classe média alta, no início da década de 80. Após frequentar bons colégios, me formei em Direito em meados dos anos 2000. Tinha uma ótima vida: morava a poucos metros da na praia de Ipanema, tinha uma renda bem acima da média e era produtivo na minha vida pessoal e profissional.
Ainda assim, desde que comecei a viajar sozinho pelo mundo, a volta para o Brasil sempre me inquietava.
A falta de civilidade das pessoas e a cultura do carioca médio de buscar vantagens em tudo sempre me incomodou.
O relativo sucesso profissional, por outro lado, encobria parcialmente a realidade de que nunca me senti realizado como advogado. Desde pequeno sempre fui fascinado pelo mundo da tecnologia, mas por questões de tradição familiar, optei pelo bacharelado em Direito.
O Ano era 2013, a economia brasileira crescia ao ritmo de 3.0% ao ano, o convite para me tornar sócio do meu então escritório tinha chegado, havia enfim feito uma grande reforma no meu apartamento, comprado um carro novo de excelente padrão e estava namorando uma menina do mais alto garbo.
Não obstante, a inquietude permanecia.
Obviamente jogar tudo para o alto de uma vez só seria loucura, mas naquele mesmo ano tomei uma opção que deixou muitos familiares e amigos totalmente confusos: ingressei em uma nova faculdade para cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Em 2015, pouco antes da explosão da crise brasileira, já com a graduação tecnológica finalizada, tomei a decisão que faltava para o turning-point da minha vida se completar: pedi demissão, vendi meus bens e parti rumo ao continente Europeu.
Depois de um ano de estudo em tempo integral do idioma local, veio o convite para ingressar como terceirizado em uma grande multinacional alemã na área de TI. Entrei ganhando pouco, em um segmento no qual ainda não possuía qualquer experiência e falando um idioma com o qual não estava totalmente familiarizado.
Em 2018, um ano e meio depois, recebi o convite de efetivação e hoje colho os seguintes resultados da minha escolha:
Em suma: sair da sua zona de conforto não foi um mero clichê no meu caso. Com muito planejamento e algum esforço consegui me re-inventar completamente depois dos 30. Espero que este relato inspire alguém a fazer o mesmo!
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2019.09.13 08:16 gcbraun Mudando de país e de carreira depois dos 30: a minha experiência...

Nasci no Rio de Janeiro, em uma família de classe média alta, no início da década de 80. Após frequentar bons colégios, me formei em Direito em meados dos anos 2000. Tinha uma ótima vida: morava a poucos metros da na praia de Ipanema, tinha uma renda bem acima da média e era produtivo na minha vida pessoal e profissional.
Ainda assim, desde que comecei a viajar sozinho pelo mundo, a volta para o Brasil sempre me inquietava.
A falta de civilidade das pessoas e a cultura do carioca médio de buscar vantagens em tudo sempre me incomodou.
O relativo sucesso profissional, por outro lado, encobria parcialmente a realidade de que nunca me senti realizado como advogado. Desde pequeno sempre fui fascinado pelo mundo da tecnologia, mas por questões de tradição familiar, optei pelo bacharelado em Direito.
O Ano era 2013, a economia brasileira crescia ao ritmo de 3.0% ao ano, o convite para me tornar sócio do meu então escritório tinha chegado, havia enfim feito uma grande reforma no meu apartamento, comprado um carro novo de excelente padrão e estava namorando uma menina do mais alto garbo.
Não obstante, a inquietude permanecia.
Obviamente jogar tudo para o alto de uma vez só seria loucura, mas naquele mesmo ano tomei uma opção que deixou muitos familiares e amigos totalmente confusos: ingressei em uma nova faculdade para cursar Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Em 2015, pouco antes da explosão da crise brasileira, já com a graduação tecnológica finalizada, tomei a decisão que faltava para o turning-point da minha vida se completar: pedi demissão, vendi meus bens e parti rumo ao continente Europeu.
Depois de um ano de estudo em tempo integral do idioma local, veio o convite para ingressar como terceirizado em uma grande multinacional alemã na área de TI. Entrei ganhando pouco, em um segmento no qual ainda não possuía qualquer experiência e falando um idioma com o qual não estava totalmente familiarizado.
Em 2018, um ano e meio depois, recebi o convite de efetivação e hoje colho os seguintes resultados da minha escolha:

Em suma: sair da sua zona de conforto não foi um mero clichê no meu caso. Com muito planejamento e algum esforço consegui me re-inventar completamente depois dos 30. Espero que este relato inspire alguém a fazer o mesmo!
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Lambasaia - Mulher Psicopata (Clipe Oficial) - YouTube 4 coisas que o alemão espera de 'você' NAMORANDO UM... CACHORRO! [ALERTA DE SENSUALIDADE] O Alemão é Ciumento?  Canal da Jay - YouTube Laranjinha (como deixar um alemão feliz) - YouTube COMO CONQUISTAR UMA ALEMÃ / UM ALEMÃO  Dia dos namorados ... COMO É NAMORAR UM ALEMAO  Nelly Petrelli - YouTube Alemão desmente boatos e garante que sexo com Íris é bom COMO CONQUISTAR UMA ALEMÃ! - PRIMEIRA PARTE!

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