Vendo um ao outro estágio

Os 4 estágios da Vida MinistérialINTRODUÇÃOQuando estava o SENHOR para tomar Elias ao céu por um redemoinho, Elias partiu de Gilgal em companhia de Eliseu. Disse Elias a Eliseu: Fica-te aqui, porque o SENHOR me enviou a Betel. Respondeu Eliseu: Tão certo como vive o SENHOR e vive a tua alma, não te deixarei. E,… Quando recebe um fora, ao invés de lamber suas feridas, tem uma ideia incrível . Sua vingança é perversa, para o deleite dos rapazes e ódio das moças de Harvard. Contando com Eduardo, outro geniozinho, em poucas horas, congestiona a rede da universidade, que sai do ar. Sua brincadeira o projeta entre os alunos, que é o o que sempre quis ... 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho. Tendo até um ano de formado em um curso superior ou técnico é possível renovar o visto com o chamado Special Program Visa, ou visto de estágio. Este programa permite ao aplicante 40 horas de trabalho na área e para consegui-lo é necessário que uma empresa australiana aceite participar do programa. Outro ponto importante no estágio remoto é não deixar as dúvidas se acumularem. Sempre que possível, faça perguntas aos colegas de trabalho ou ao supervisor. No segundo caso, você pode conversar individualmente e não necessariamente na frente de toda a equipe durante a reunião virtual. Demonstre gratidão O estágio resume-se a observar os professores em sala de aula e a imitar esses modelos sem fazer uma análise crítica desse modo utilizado, deixando prevalecer somente a prática de outro profissional. A teoria e a prática são indissociáveis, uma depende da outra para um excelente profissional por em prática o que sabe. Por Priscila Bellini. Há mais etapas entre a application e o estágio no exterior do que você pode supor logo de cara. Entre a decisão de realizar um intercâmbio profissional e o embarque para o país escolhido, uma preparação que pode levar meses ou até anos: é preciso se preocupar em ter domínio do idioma local e até mesmo o respaldo legal para realizar o estágio.

O Problema da Distribuição não é o Centro da Economia — Comentários sobre “O Capital no Século 21” - Tradução de Gabriel Gonçalves Martinez

2020.07.21 09:03 Emile-Principe O Problema da Distribuição não é o Centro da Economia — Comentários sobre “O Capital no Século 21” - Tradução de Gabriel Gonçalves Martinez

Zhou Xincheng*
Com a publicação de “O Capital no Século 21” de Thomas Piketty, há muita discussão nos círculos econômicos. Isso é compreensível, porque o problema da distribuição sempre afetou o coração das pessoas. Na China, desde a década de 90 do século passado, o problema da distribuição é cada vez mais proeminente, piora a diferença de renda, e aumenta a voz das pessoas pedindo por prosperidade comum. É inevitável que os economistas falem sobre o problema da distribuição.
Já que a atenção prestada ao problema da distribuição é tão alto, podemos então concluir que“a distribuição de renda deve ser colocada como centro do estudo econômico”? Esta formulação envolve uma questão de princípio. Qual posição ocupa a distribuição na vida econômica? Os estudos econômicos no Ocidente frequentemente concentram sua atenção na distribuição, sempre dando voltas entorno da relação entre eficiência e justiça. É como se uma vez que as políticas de distribuição forem ajustadas, os defeitos do capitalismo podem ser ajustados e sua saúde e vitalidade mantidas. Eles não estão dispostos a tocar na propriedade capitalista, nem estão dispostos em investigar a relação entre o proletariado e a burguesia no campo da produção. Isso está de acordo com os interesses fundamentais da burguesia. Porém, nós não podemos proceder dessa maneira.
De acordo com a visão Marxista, a distribuição não é o centro da economia, ela é parte da produção, decidida pela propriedade dos meios de produção, portanto está em uma posição subordinada. Vendo a partir da relação entre vários elos da produção (produção, troca, distribuição e consumo), é a produção que determina a distribuição. Apenas por meio da produção das coisas é possível realizar a distribuição. Sem produção não pode haver distribuição. É assim não apenas vendo a partir da forma dos objetos materiais, mas também a partir dos modos de distribuição. O modo de produção determina o modo de distribuição. Se os meios de produção estão nas mãos dos capitalistas, os trabalhadores nada possuem, então precisam vender sua força de trabalho no mercado, contratado e recebendo ordens do capitalista no processo de produção, então na distribuição o trabalhador obrigatoriamente receberá um salário (valor da força de trabalho), o capitalista obterá lucro (o que quer dizer que o capitalista terá livre posse da mais valia produzida pelo trabalhador, ou seja, os capitalistas dependem que o capital obtenha renda). Essa é uma necessidade objetiva, que não depende da vontade das pessoas. Mesmo que um método específico de distribuição mude, sua natureza não pode ser alterada. Marx afirmou: “A própria distribuição é um produto da produção, tanto no que se refere ao seu objeto (pois só se podem distribuir os resultados da produção) como no que se refere à sua forma (posto que o modo determinado de participação na produção determina as formas particulares da distribuição, isto é: a forma sob a qual se participa na distribuição). “ (Introdução à Contribuição Para a Crítica da Economia Política)
Por isso, ao pesquisarmos o problema da distribuição, primeiramente devemos pesquisar o modo de produção. Vendo a partir da essência das coisas, ao abandonar o modo de produção, não podemos ver de maneira clara o problema da distribuição. Diferentes sistemas sociais possuem diferentes modos de distribuição. Nós não podemos deixar de lado o modo de produção e abstratamente investigarmos a distribuição. A distribuição na sociedade capitalista é uma coisa, a produção na sociedade socialista é outra coisa; a distribuição sob a base da propriedade privada dos meios de produção é uma coisa (obviamente, a relação de distribuição sob diferentes formas de propriedade privada é também diferente), a distribuição sob a base da propriedade pública é outra coisa. Existe uma diferença de princípios entre os dois. Tentar encontrar em diferentes tipos de sociedade certas características comuns, tirando algumas leis gerais básicas (por exemplo, escravos, servos e trabalhadores assalariados recebem uma determinada quantidade de comida que permite que eles existam como escravos, servos e trabalhadores assalariados), bem como um número específico de fenômenos superficiais (por exemplo, tanto nas empresas públicas socialistas, quanto nas empresas privadas capitalistas existe pagamento de salario), não existem grandes diferenças. Vendo a partir da perspectiva das relações econômicas, a distribuição é um tipo de relação entre as pessoas e depende das relações de propriedade dos meios de produção. Qualquer produção material é efetuada em sociedade, é uma produção social. “A produção é sempre apropriação da natureza pelo indivíduo no seio e por intermédio de uma forma de sociedade determinada.” (Introdução) Os economistas burgueses frequentemente gostam de usar o indivíduo como ponto de partida de suas pesquisas, no entanto, histórias como a de Robinson Crusoe são apenas invenções de escritores e não podem existir na vida real.
No processo de produção, as pessoas inevitavelmente irão contrair inevitáveis relações que não dependem de suas vontades, que são relações de produção compatíveis com um determinado estágio do desenvolvimento da produtividade material. As relações econômicas são um sistema composto por múltiplas relações, entre elas a propriedade dos meios de produção é a base de todas as relações econômicas, ela é a relação decisiva, e aquele que possua esses meios de produção possuem a vantagem em todo o processo de produção, podendo dominar e explorar todos aqueles que perderam os meios de produção. As relações de distribuições são subordinadas e determinadas pelo regime de propriedade. Um determinado tipo de propriedade dos meios de produção terá um determinado tipo de relações de distribuição. A propriedade privada capitalista determina as relações de distribuição capitalista, que significa que os capitalistas obtêm lucros (a mais-valia criada pelos trabalhadores), os trabalhadores ganham um salário (valor da força de trabalho), formando uma relação de exploração capitalista; a propriedade pública socialista determina as relações de distribuição socialista, ou seja, a distribuição se dá de acordo com o trabalho, excluindo os meios de produção na participação da distribuição. Se você não trabalha você não recebe. Sem explicar o sistema de propriedade, não se pode explicar a questão da distribuição.
Lenin ao dar uma definição sobre as classes, especificamente apontou que as relações de distribuição são determinadas pelo regime de propriedade. Ele falou: “Chama-se classes a grandes grupos de pessoas que se diferenciam entre si pelo seu lugar num sistema de produção social historicamente determinado, pela sua relação (as mais das vezes fixada e formulada nas leis) com os meios de produção, pelo seu papel na organização social do trabalho e, consequentemente, pelo modo de obtenção e pelas dimensões da parte da riqueza social de que dispõem.” (Uma Grande Iniciativa, 1919) Ele não divide as classes principalmente de acordo com a reanda (no Ocidente os economistas e sociólogos frequentemente fazem isto), mas sim divide as classes de acordo com a propriedade dos meios de produção. Ele acredita que o “método e a quantidade” da distribuição é decidido pela propriedade. Estudar os problemas da política e da economia, investigando as relações de classe, vendo a propriedade como o fator decisivo ou tomar a distribuição salarial como centro? Esta é precisamente a maior diferença entre o Marxismo e a economia política e a sociologia Ocidental.
Marx e Engels prestaram uma atenção muito grande à questão da propriedade. Eles sempre tomaram a questão da propriedade como a questão fundamental da economia e como centro da investigação do desenvolvimento da sociedade humana. Engels ao resumir a história do desenvolvimento social da humanidade apontou que a revolução, ainda que seja um movimento político, ela em última instância busca alterar a propriedade dos meios de produção. Ele disse: “Até hoje, todas as revoluções têm sido contra um tipo de propriedade e em favor de outro; um tipo de propriedade não pode ser protegido sem que se lese outro. Na grande Revolução Francesa, a propriedade feudal foi sacrificada para que se salvasse a propriedade burguesa (…) desde a primeira até a última dessas chamadas revoluções políticas, todas elas se fizeram em defesa da propriedade, de um tipo de propriedade, e se realizaram por meio do confisco dos bens (dito de outro modo: do roubo) por outro tipo de propriedade.” (Engels, A Origem da Família, da Propriedade Privada e do Estado. Capítulo V. Gênese do Estado Ateniense).
Por isso, Marx e Engels no “Manifesto do Partido Comunista” enfatizaram que a questão da propriedade era o “problema básico” do movimento comunista. “A revolução comunista é a mais completa ruptura com a propriedade tradicional”. Quando investigava e estudava os métodos para a libertação do proletariado e do povo trabalhador conquistar sua libertação, sempre colocaram a questão da propriedade em primeiro lugar. Eles enfatizaram: “Os comunistas podem resumir sua teoria em uma frase: eliminar a propriedade privada.”
A propriedade determina as relações de distribuição. Portanto, não podemos estudar a questão da distribuição por si mesma, mas sim devemos primeiro investigar a questão da propriedade dos meios de produção. Ao estudarmos a questão sob esta premissa, nós podemos ver a essência da distribuição. Ao discutirmos a questão da distribuição, sem falarmos da propriedade, iremos apenas descrever a aparência dos fenômenos, sem compreender sua essência. Mao Zedong aderiu e desenvolveu o princípio básico de Marx de que a produção determina a distribuição e o modo de produção determina o modo de distribuição. Quando ele estava lendo o Manual de Economia Política da União Soviética, ele propôs um importante princípio metodológico para investigar a distribuição: É necessário estudar o problema da distribuição a a partir da propriedade dos meios de produção, ou seja, estudar a distribuição dos bens de consumo em conexão com as condições de produção. Ele criticou o Manual por este ter deixado de lado a distribuição dos meios de produção na hora de discutir a distribuição dos bens de consumo, considerando a distribuição dos meios de consumo como a força motriz decisiva, apontando que esta era uma teoria equivocada que considera a distribuição como determinante. No que diz respeito a questão da distribuição, de acordo com Marx em “Crítica do Programa de Gotha“, a distribuição é primeiramente a distribuição das condições de produção, nas mãos de quem está os meios de produção, esta é questão decisiva; a distribuição dos meios de produção determina a distribuição dos bens de consumo; o Manual não explica a distribuição dos meios de produção, apenas fala da distribuição dos bens de consumo, considerando a distribuição dos bens consumo com força motriz decisiva, o que é uma revisão da visão correta de Marx exposta acima, um grande equivoco teórico.
Ele ainda afirmou que é errado explicar a superioridade do socialismo sem falar na propriedade pública, apenas falando em aumento de salários. O “ Manual” fala que a superioridade fundamental do socialismo em relação ao capitalismo é porque os salários se elevam constantemente, o que é algo bastante errado; os salários pertencem a distribuição dos bens de consumo. Um tipo determinado de distribuição dos meios de produção terá um tipo de distribuição de produtos e distribuição de bens de consumo; o primeiro determina o segundo. Tais conclusões de Mao Zedong são instrutivas para estudarmos o problema atual da distribuição.
Atualmente, nos estudos sobre o problema da distribuição, há uma tendência entre os círculos econômicos que não fala sobre a questão da propriedade e apenas fala sobre a distribuição. Esta tendência se assemelha ao lassalianismo criticado por Marx: circular entorno da distribuição, parecendo que o objetivo de luta dos socialistas é obter uma “fruto integral do trabalho”, o que Marx critica como socialismo vulgar. Na discussão sobre a questão da distribuição, a tendência de falar sobre a propriedade, mas apenas falar sobre políticas específicas de distribuição e a tomada de algumas medidas, pode ser vista em todos os lugares na China. Por exemplo, ao falarem sobre a questão da diferença entre ricos e pobres, sem analisar suas raízes, muitos acadêmicos que estudam tal problema passam a impressão que, desde que as políticas de distribuição sejam ajustadas, este problema pode ser eliminado. O mais importante em seus artigos é a questão da distribuição. Na fase primária do socialismo, devido o baixo nível de desenvolvimento das forças produtivas, a economia privada joga um papel positivo no desenvolvimento da economia nacional. Nós devemos implementar o sistema econômico básico que toma a propriedade pública como corpo principal, com múltiplas formas de propriedade se desenvolvendo conjuntamente. Portanto, nós ainda não podemos eliminar a pobreza definitivamente. A diferença entre ricos e pobres pode ser apenas limitada até certo nível através do desenvolvimento da propriedade pública, de forma que isto não se espalhe por toda a sociedade. O impacto social da diferença entre ricos e pobres pode ser mitigado através de medidas apropriadas na área da redistribuição.
Outro exemplo é o de quando alguns economistas falam sobre a prosperidade comum, eles não mencionam a propriedade pública, como sob a base da propriedade privada, é possível conquistar um melhor bem-estar e assim conquistar a prosperidade comum. Eles consideram a Suécia como um modelo de prosperidade comum, sendo esta uma das razões pela qual algumas pessoas advogam seguir o caminho do socialismo democrático. Eles consideram a prosperidade comum meramente como a melhoria de vida de todos. Não consideram que a prosperidade comum é um tipo de relação de distribuição, ou seja, ela é distribuição realizada de acordo com um padrão unificado (em vez de ser alguma pessoa obtendo renda apoiando-se no capital ou uma pessoa obtendo sua renda por meio do trabalho). Portanto, com o desenvolvimento da produtividade, o padrão de vida pode ser melhorado de maneira geral. Isto só pode ser conquistado baixo a propriedade pública. A propriedade privada leva apenas a polarização e nunca conquistará a prosperidade comum. Alguns economistas falam em prosperidade comum enquanto advogam a privatização. Não seria exatamente o oposto?
De acordo com o Marxismo, as relações de distribuição depende do regime de propriedade, portanto ao falarmos da distribuição, devemos colocar a regime de propriedade em primeiro lugar. Em seu livro “O Capital do Século 21”, Piketty usa vários dados estatísticos para provar que nos países capitalistas a taxa de crescimento do retorno do capital é maior que a do PIB, então a diferença entre ricos e pobres está se aprofundando, e a polarização se intensificando. Ele critica fortemente a teoria da curva U invertida de Kuznets, que é uma defesa aberta do capitalismo (a expansão da diferença entre ricos e pobres faz parte do estágio inicial do desenvolvimento e com o desenvolvimento das forças produtivas esta diferença irá naturalmente diminuir), o que ajuda a entender a realidade do capitalismo atual. Este é um mérito que devemos reconhecer. No entanto, o seu grande defeito (um defeito comum entre economistas burgueses) é que ele em momento algum menciona a propriedade privada capitalista, e não a vê como a causa do problema. Parece que somente ajustando as políticas de distribuição, tais como a coleta de impostos sobre as heranças, imposto progressivo sobre a renda, etc., isto pode evitar o aumento da diferença entre ricos e pobres e eliminar o fenômeno da polarização. Ele fica apenas na aparência do fenômeno, sem revelar a essência do problema. Vendo da perspectiva da revelação da essência do sistema capitalista e da exposição da tendência do desenvolvimento humano, Piketty não pode ser comparado com Marx. Um é um economista burguês que apenas quer encontrar um caminho dentro do capitalismo; o outro é um revolucionário que advoga a derrubada do sistema capitalista e a sua substituição pelo sistema socialista. Deixar de lado a propriedade privada capitalista e tratar a distribuição como o centro da pesquisa econômica é uma manifestação de que a teoria econômica de Piketty é economia burguesa. Portanto, “O Capital no Século XXI” não se compara a “O Capital” em termos de profundidade teórica.
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2020.06.28 03:10 oakvictor 6 - Evolução Planetária

Quero pedir desculpas pela demora em produzir esse texto. Estou completamente enrolado com trabalho nessa quarentena, trabalho por conta própria como professor e designer free-lancer e estou vendo oportunidade de crescer minhas redes sociais para a pós pandemia eu já ter um nome maior no mercado. Por isso, para ficar mais fácil, qual tema vocês acham que eu deveria escrever na próxima? Levando em conta a ordem necessária para alguém que nunca teve contato começar a entender melhor. Bom, vamos lá:
6 - Evolução Planetária
Nosso planeta está hoje passando majoriatariamente pela provas e expiações. Os estágios evolutivos são: mundo primitivo, expiações e provas, regeneração, ditosos e divinos. Isso não significa que todos estão no mesmo estágio de evolução, mas que a maior parte da população se encontra no provas e expiações.
Nossa fase atual se baseia em pagar por erros cometidos em encarnações, tentando se ajustar espiritualmente, sendo um espírito melhor a cada encarnação. Provas são as nossas dificuldades, acontecimentos terrenos, e até mesmo os acontecimentos bons que acontecem, e a nossa forma de reagir a eles são considerados provas por alguns espíritas.
Já li que a Terra deixou a fase primitiva e passou ao expiações e provas quando chegaram aqui os Exilados de Capela, quando as civilizações começaram a se formar com base mais sólida ao redor do globo.
Os exilados seriam espíritos originais do sistema solar da estrela Capela, onde evoluíram cientificamente mas não moralmente, portanto atrapalhavam o desenvolvimento dos que já estavam em outro nível de bondade. Isso não significa que eles eram maus, já que o conceito de mau é nossa interpretação, apenas foram enviados para cá para ter um local mais apropriado para suas provas e expiações. Inclusive, talvez você seja um exilado.
Geraldo Lemos, amigo íntimo de Chico Xavier diz que a Terra se tornará um planeta de regeneração em 2057, mostrando que nesse ano teremos mais pessoas em estado de regeneração do que em provas e expiações. Ou seja, estamos encarnados novamente no período pós Data Limite, pré regeneração.
Não é que um planeta em regeneração seja maravilhoso, ele é como andar de muletas depois de um acidente, onde você começa a se recuperar de uma situação trágica que foi o estágio anterior onde ainda havia maldade demais para bondade de menos.
A maldade do mundo não é culpa de Deus, mas dos espíritos ainda evoluindo. Façamos nossa parte nesta fase: espalhemos amor, compreensão, empatia, respeito e falemos da doutrina espírita para quem quiser ouvir.


https://reddit.com/link/hh5kfo/video/3gg4sv8jwj751/player
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2020.06.23 20:45 didx Um texto autobiográfico escondido pela máscara do anonimato.

É difícil falar do passado. Já perdi as contas de quantas vezes comecei posts semelhantes, mas sempre desisto antes de postar... Colocando o meu passado à mostra, talvez eu consiga aceitá-lo e olhar para o futuro. O anonimato me permite contar a minha história sem precisar me identificar...
@Mods, se não puder pôr aqui, eu ponho no desabafos, só peço que me avisem antes de apagar...
É a história de uma vida (ou várias), então peço desculpas se for longo demais; preciso pôr pra fora.
Nesses meus 28 anos, tive três ou quatro vidas diferentes. A primeira começou num bairro pobre de Santo André, de frente para uma comunidade, vivendo de favor num imóvel do meu avô, com quem tive pouco contato e que faleceu antes que pudesse conhecer melhor.
Apesar de pobre, vivia feliz. Filho de pai e mãe trabalhadores, tive o melhor que podiam me dar... E reconheço que não foi pouco. Graças ao esforço de meu pai, aos meus sete anos recebeu uma oferta de trabalho em uma multinacional de processadores, o que se transformou em uma proposta de relocação para os States.
Ali, na virada do século, aos oito anos, começou uma segunda vida. Mudamo-nos para Nashua (no estado de New Hampshire) e, apesar de imigrante em um país distante, aprendi o inglês com certa facilidade (não que eu tivesse outra opção). Do meu esforço fiz meu próprio mérito e, mesmo sofrendo de hiperatividade, consegui ter um desempenho brilhante, com médias mais altas que as de muitos nativos.
Ganhei uma irmãzinha e meu pai, uma nova relocação, para a outra costa. Voltamos ao Brasil para o batismo dela, e logo retornamos à "terra dos livres e lar dos bravos". Foi a última vez que vi meu avô.
2001, em Hillsboro, no Oregon, nova cidade, nova escola, novos amigos... Um certo receio, invisível pra mim, por parte dos adultos; imigrantes latinos são sempre mal vistos, e apesar das altas médias, tinha uma cadeira particular na sala do diretor.
Aí veio 2003, e o fim da minha segunda vida – durante as férias de verão, um colega de trabalho do meu pai nos levou para um passeio de barco no rio Columbia... Flutuando em uma boia puxada por esse colega, sofri um traumatismo craniano ao ser atropelado por um jet-ski que tentava pular as ondas feitas pelo barco. 14 minutos com o coração parado, uma experiência de dimetiltriptamina tão jovem, morri ali.
Meu pai ficou paralisado, em choque. Não fosse o ato heroico de seu colega, teria ficado morto. Não o culpo; não são muitos que conseguem reagir numa emergência. Sempre me pergunto se estaria aqui hoje para contar essa história, se isso tivesse ocorrido no Brasil... Quais e quantas sequelas teria?
Das 18:00 do dia 10 de Julho de 2003 às 02:00 do dia 11, nas mãos de um excepcional neurocirurgião pediatra, fui revivido. Oito dias na UTI, um mês e meio de reabilitação e fisioterapia; precisei reaprender a falar, comer, andar... Tenho até hoje a falha no cabelo e os pinos no crânio, para nunca me esquecer.
Recebi visitas de todos os meus colegas e professores, cartas e flores e telefonemas de familiares no Brasil... Mas terminada a emergência, meu pai precisou voltar ao trabalho, minha mãe me acompanhando no hospital, minha vó precisou ir até lá para cuidar da casa e da minha irmã. Ambos lidaram com isso pior do que eu; meu pai mergulhou no trabalho, minha mãe desenvolveu PTSD. O casamento deles morreu ali, e me culpo por isso até hoje...
Começou, então, minha terceira vida. Sofri com o retorno às aulas; apesar da recuperação ótima e não ter sofrido nenhuma sequela neurológica séria, passei a ver a vida com novos olhos. A partir dali, não podia mais praticar esportes, nem brincar com os amigos, só saía de casa acompanhado... Animal Crossing foi a salvação da minha sanidade. Todas as horas livres dediquei para fazer um vilarejo bonito; não podia ter amigos reais, então fiz amigos com os NPCs.
No final de 2004... Fez-se necessário permanecer um ano fora, para oficializar o green card, dar baixa na documentação brasileira, e receber a cidadania americana. A alternativa era Vancouver, ao invés de São Paulo. Optamos pelo Brasil, por apenas um ano... Mas esse um ano virou quinze.
O pai foi relocado para a empresa no Brasil; seu chefe o enrolou numa rede de corrupção, que culminou na sua demissão. O sonho americano tornou-se areia e escapou por entre meus dedos. O gosto amargo de decepção e a falta de habilidades sociais me fez ermitão. 2005 se encerrou com o início da minha quarta, e atual, vida.
2006, retornei a Santo André.
2007, o processo legal movido contra a empresa responsável pela falha mecânica que ocasionou na minha (quase) morte rendeu-me uma indenização recheada, da qual foram debitados os custos médicos e advocatícios. Restaram-me $48.500,00, bloqueados até completar 18 anos.
Meus pais brigavam e gritavam diariamente. A desilusão se transformou em depressão, e não fui capaz de me sustentar no primeiro ano do ensino médio – tampouco pela adoção de um novo sistema de avaliação na escola; das quatro turmas do primeiro ano, uma inteira reprovou, na qual estava incluso.
2008, o pai ficou desempregado outra vez. O casamento, já definhado pelo estresse e trauma, não aguentou e ruiu. Separaram-se. Minha mãe assumiu a casa e as contas; talvez pela mensalidade ser mais barata, talvez para evitar que eu seguisse o mesmo caminho que meu pai, minha mãe me transferiu para um colégio pseudo-militar, dirigido por uma sargenta, cujo nome rima com "bosta".
Não bastava ser inteligente, precisava ser gado, e eu, irreverente, indisciplinado, ou talvez apenas por ter a personalidade forte, reprovei outra vez.
2009, fui transferido novamente, para um colégio com nome geométrico. Curso técnico. Informática. Aprendi a programar no primeiro semestre. A mãe tentou o amor outra vez, mas seu namorado não gostava dos filhos dela. Em um belo feriado, foi viajar; fui para a casa da minha vó. Quando eu voltei, tinha uma nova fechadura na porta. Um mero mal entendido, mas me motivou a ir morar com meu pai na capital paulista, ele novamente empregado, desta vez em certa multinacional coreana de tecnologia. Foi ali quando essa quarta vida começou a desandar.
Apesar do colégio de destino (de péssima qualidade, diga-se) ter E.M. técnico, não aceitavam transferência; para não perder mais um ano, aceitei o regular.
Logo depois de completar 18, em 2010, o pai tornou-se vítima de nova corrupção corporativa... Foi demitido. A partir daí, precisei torrar a indenização, já que ele não admitia que eu trabalhasse, e eu era incapaz de convencê-lo. Passei a arcar com todas as despesas. Aluguel, condomínio, contas, alimentação... Meu pai, sonhador, começou a perseguir sonhos altivos, já que ninguém queria contratá-lo devido seu histórico de demissões.
A mensalidade do colégio virou mensalidade da faculdade. Eu, tolo, imbecil, estúpido, mesmo tendo passado na primeira fase da FUVEST e tendo tudo para passar na segunda, escolhi a Anhembi Morumbi. Se eu pudesse voltar no tempo, desceria o cacete no eu de 19. Ao invés de Ciências da Computação na USP-São Carlos, fui fazer Design de Games com os mauricinhos e patricinhas do bairro Morumbi. O objetivo era, através da rede Laureate, pedir uma transferência para o Canadá, contando com as promessas do meu pai, baseadas em sonhos altivos e sem nada concreto que sustentasse... Sonho com isso até hoje.
Nesses três anos, o dólar subiu e baixou de valor, cada dólar valendo 3,50, depois 3,00, 2,00... Aquela indenização já estava ficando sem recheio. Hoje, com cada dólar valendo cinco talkeis, seria um bônus ímpar... Mas, sem nenhuma fonte de renda, esse bônus esgotou-se.
2013... Retornamos à casa da minha avó. Eu, idiota, achei que teria condições de enfrentar a viagem de um bairro distante em Santo André até o Morumbi, de transporte público... Contratei o FIES. Outro erro – ninguém merece uma dívida estudantil de R$63.000.
Voltei a morar com a minha mãe na segunda metade do ano – morando a cinco minutos de uma estação de trem, pelo menos não precisaria pegar ônibus. No entanto, da janela da cozinha, vejo a UFABC... Fiz amigos em Santo André, graças a amigos de amigos... Ou, eu achava que eram amigos. No final, eram daquelas amizades desequilibradas, onde um lado dá mais valor que o outro. Eles estudavam na UFABC, e vendo o desempenho menos que ideal deles, imaginei que eu também conseguiria.
No entanto, o prazo para transferência era curto, e a Anhembi Morumbi fez de tudo para não cumprir o prazo para entrega de documentos, apesar do pedido de urgência; minha nota do ENEM insuficiente (por pontos decimais), fui para a UNIFESP e de lá me transferi para a UFABC. Passei 2014 ao vento, e em 2015 consegui.
Outro erro.
Acreditei que era capaz, mas não tinha a mentalidade certa – uma vida acadêmica requer mais esforço do que eu tinha para dar – e com a carga horária pesada e as falhas sistêmicas, cheguei à conclusão que o problema era eu... Na realidade, o problema eram os amigos. Era a primeira vez que eu sentia que pertencia a um grupo, e me agarrei nisso como um colete salva-vidas. Estava enamorado de um deles, mas esse relacionamento se provou unilateral e insustentável.
Nesse mesmo ano, passei em um concurso público municipal, mas como a minha prioridade era acompanhar o grupo, acabei perdendo a vaga. No ano seguinte, fui chamado para uma vaga de estágio em certa multinacional alemã de TI.
Perdi os amigos e o namorado, mas, ainda assim, tinha tudo para dar certo. Até que o drama familiar começou. Meu tio sofreu um AVC, virou um legume. Fiquei sem chão, sem cabeça para me concentrar. Junto dele, perdi também a vaga de estágio e a vaga na UF.
Passei 2017 em depressão. O ano inteiro. Saía de casa, quando muito, para comprar cigarro e erva, e pra passear com as cachorrinhas. No fim do ano, meu tio faleceu.
Foi a gota d'água. Estava decidido em acabar a minha própria vida no meu aniversário. Não consegui, então fui atrás de ajuda, pelo SUS, a única opção que tinha. E consegui. Comecei a me medicar, e vivi os primeiros cinco meses do ano em letargia total. No segundo semestre, surgiu uma nova oportunidade de relacionamento, uma nova oportunidade financeira, e uma nova oportunidade acadêmica. Tentei agarrar as três, e falhei miseravelmente.
Mas estava decidido a não me deixar afundar em depressão de novo. Fui atrás de terapia, comecei um novo tratamento psiquiátrico...
Em 2019 descobri, errando, que psicotrópicos, antidepressivos e antipsicóticos não podem ser misturados com álcool. Quase agredi meu namorado. Terminamos. Estava trabalhando em um call center, então tudo bem... pelo menos mantinha a mente ocupada.
Sem objetivos definidos, trabalhando em uma vaga temporária (de alta rotatividade e baixa chance de efetivação), o contrato acabou e eu entrei pros 13 milhões de brasileiros desempregados. Passou-se o ano.
2020, recomecei a faculdade. Estou indo bem. Apesar do caos lá fora, estou cheio de determinação, e estou seguindo em frente. Não tem mais espaço no meu coração para amor senão o amor-próprio; não tenho mais que três amigos, e é um mistério como me aguentaram até esse ponto, não sei como apareceram, nem mesmo como fazer novas amizades.
Encerro, então, essa minha autobiografia, com essas três palavras, que só entendi vivendo...
It gets better.
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2020.05.15 16:36 PatoPatolina Acho que a pior decisão da minha vida foi me formar em engenharia

Sou mulher e cresci numa casa onde meu pai é latino-americano e minha mãe aceita e apoia meu pai em tudo. Por que tive uma criação bem severa. Do tipo que éramos ( eu e minha irmã) proibidas de pintar a unhas e fazer a sobrancelha.... ir em festa ou sair com os amigos era coisa rara, a pressão era tanta que um dia fiz minha me prometer que se ela ganhasse na loteria ela me mandasse pra um colégio interno de freiras na Suíça (?!) Eu resolvi me estudar engenharia, meu ali só permitiu que estuda-se nas universidades da minha cidade se eu quisesse estudar senão eu teria quebraram-se emprego. Pois bem, passei em quinto lugar geral nota mais que suficiente pra passar em medicina mas eu tinha optado por engenharia. Foi aí que meu verdadeiro inferno começou. Como eu estava no interior do nordeste, em pleno 2008. Respeitar mulher era coisa de novela, eu sofri assédio sexual e moral ate dos professores entrei com uma reclamação na ouvidoria e eles comunicaram ao professor que eu era aluna que tinha reclamado ele me acusou de mentirosa e disse que não aprovaria nenhum aluno da turma até que eu sai-se da turma, eu teria que desistir. Com fui firme e continuei. Tive professores que reprovavam todas as mulheres. Outros falavam que a gente nem deveria gastar o dinheiro público estudando pq a gente não teria futuro na área, teve professor que mandou tomar no cu que mulher só servia pra se fuder... em algum ponto eu comecei a gravar e levar essas provas pra ouvidoria da universidade mas em reuniões de concelhos todos era perdoas. Fora as pressões pra passar como professores de física um usando cálculos e métodos que só veríamos em cálculo três, ou seja dali a um ano, ou colocando questões de mestrado/doutorado em provas pra graduação era um inferno atrás do outro. Eu chegava em casa exausta e meus pais sempre falavam pra não reclamar era melhor desistir e estudar algo mais apropriado pra uma mulher. Eu me sentia completamente exausta e sem chão. Depois de um tempo eu consegui meu segundo estágio em 2012 e o chefe do RH fez um monte de alertas pq ia ser a primeira mulher a trabalhar lá e só iam me contratar pq eles precisavam cumprir a lei e eu era a única que aceitou todas as condições. Pois bem um cara me teve a ousadia de me encoxar no meio do canteiro de obras com os trabalhadores vendo, no ouro dia eu fui pronta pra pedir as contas. E cheguei meu engenheiro chefe já estava sabendo que colocou frente ao cara e ele me acusou bruxa mentirosa e fiquei tão abalada que eu só chorava, nisso chegou o diretor e superintendente da obra e perguntaram o que aconteceu? Eles explicaram pediram pra sair e eu fique esperando eu ouvi gritos do diretos e do superintendente. Depois me chamaram e falaram assim: O engenheiro vai te pedir desculpas, eu tenho filhas e essa é uma situação delicada, o funcionário vai ir pra outra obra vc nunca nos deu nenhum motivo pra desconformarmos da sua palavra vá pra casa e volte amanhã. Em 2013 entreguei a obra e meu pai estava desempregado. Com medo de não conseguir me formar pq faltavam algumas disciplinas (lembra que era um inferno?!) eu arrumei um emprego pra dar aulas de idiomas. E com isso ajudei em casa e me formei. Em 2015 eu finalmente estava livre do meu inferno e com meu sonho de me formar em engenharia completo. So faltava o emprego, e aí que coisa foi pro brejo eu tentei de todo, fiz pós graduação e nada...o máximo que recebia era que as empresas tinham política de não contratar mulher pra não sofrer processo por assédio. Terminou que eu e mais alunas que tiveram a sorte de ir no CSF estavam dando aulas que nem eu pq não conseguíamos emprego. Em fev de 2019, tive uma oferta de trabalho me ofereceram um salário mínimo mais um auxílio de 200 reias pq trabalhar como analista pq eu não tinha experiência eu tentei negociar um aumento no valor e eles não gostaram e contrataram um colega que tinha metade das minhas qualificações com o valor de 5 salários mínimos. Então exausta de tudo isso em vendi tudo que tinha e as economias que consegui juntar pra comprar minha casa própria e deixar de viver com meus pais e comprei um curso de intercâmbio. Em agosto de 2019 eu estava em outro país e me deparo que pra trabalhar na minha área preciso de experiência. Ou fazer outra graduação pq depois de cinco anos eles consideram mais a experiência que a graduação :( As vezes penso em desistir de trabalhar como engenheira, pq eu só vejo todas as humilhações que tive que passar. Até meu orientador do mestrado que desisti me disse que eu nunca trabalharia como engenheira pq eu sorrio de mais, mulher engenheira não pode se arrumar ou sorrir! Enfim nessa quarentena continuo dando aulas on-line. Mas eu me sinto um completo fracasso, não importa quantos idiomas eu fale, não importa todo o esforço que eu faça eu não sou ninguém meu valor parece que ta agregado a coisas que eu não posso controlar como meu gênero. Eu me sinto um fracasso total. E não sei mais o que fazer, não sei se continuo tentando ou desisto de vez.
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2020.04.10 12:44 sairjean Os Quatro Erros Que Estão Levando ao “Relaxamento do Isolamento”

“É fácil persuadir o povo de algo, difícil é manter essa persuasão.” ― Niccolò dei Machiavelli
Temos visto nos últimos dias as pessoas relaxarem a observância das medidas de isolamento social nos estados e municípios onde foi implantado. Era mais do que previsível, dada a maneira titubeante com que foi implantado.
Deixemos de lado, por hora, a atuação do Presidente da República, que a maioria dos brasileiros acredita que “mais atrapalha que ajuda”, segundo recente pesquisa do Datafolha, e nos concentremos somente no que o Ministério da Saúde e os governos estaduais e distrital e as prefeituras municipais têm feito.
O timing da adoção do isolamento social foi tempestivo, na avaliação de vários especialistas, embora tenha sido já muito perto da subida acelerada da curva de contágio, deixando aos governos e à população pouca margem temporal de manobra. No momento em que os governadores e prefeitos decidiram agir, já de meados para o fim de março, não havia mais tempo para errar. E eles erraram, humanos que são. E insistem nos erros, arriscando emular outra proverbial espécie animal.
(Pode parecer injusto apontar erros dos governadores e prefeitos diante das, digamos, atitudes do presidente. Mas ele é um “ponto fora da curva”, que não deve servir de parâmetro.)
Primeiro erro: quiseram implantar as medidas de distanciamento ou isolamento social gradualmente, talvez para não dar uma parada brusca na atividade econômica, e para convencer e condicionar os cidadãos aos poucos. E também para eles próprios, os governantes, poderem aprender, na tentativa e erro, as mais eficazes estratégias de isolamento, posto que ninguém tinha fórmulas prontas, e o que funcionou em outros países nem sempre é diretamente transponível à realidade brasileira.
Para que pudesse ser assim, porém, as medidas restritivas teriam que ter começado logo depois do Carnaval, aproveitando a ressaca da primeira e última festa popular que tivemos e teremos este ano, quando todo mundo quer mais é ficar dentro de casa mesmo, e não tem a menor vontade de sair pra estudar ou trabalhar. Mas, já no último terço do mês de março, as medidas tomadas teriam que já ser mais duras que foram ― e que ainda não estão sendo agora, no final do primeiro terço de abril.
Por exemplo, de início, e até hoje em muitos lugares, restaurantes podiam servir às mesas, desde que em menor lotação, deixando metade ou mais das mesas vazias. Ora, se um salão meio vazio reduz as chances de transmissão da doença, um salão totalmente vazio zera as chances de transmissão. Atendimento “para viagem” ou entrega em casa deveriam ter sido as únicas formas permitidas desde o início, sem consumo local.
Outra coisa: recomendava‐se às pessoas sair de casa somente “em caso de necessidade”, como fazer compras de supermercado e de farmácia, mas também correr na orla, se exercitar no parque, e até passear com o cachorro! (Vai explicar isso pra uma autoridade de saúde chinesa ou sul‐coreana…) Agora, estão tendo que cercar as mesmas praças, parques e calçadões que disseram que as pessoas podiam continuar frequentando. A ordem (não apenas “recomendação”) desde o início devia ter sido sair de casa apenas em caso de extrema necessidade, entendida como algo que, se deixar de ser feito, pode ocasionar a morte de alguém! Comprar comida e remédios é extrema necessidade; correr na orla e passear com o cachorro, não.
“Ah, mas as pessoas podiam se exercitar ao ar livre, desde que evitassem aglomerações.” Mas o que é uma aglomeração? Dez pessoas num espaço fechado de 20 m² de área é uma aglomeração? E cinco pessoas? E se for em 30 m²? E se for num espaço aberto? E se for “só rapidinho”?…
Aí está o segundo erro: confiar demais no bom senso e no discernimento das pessoas para avaliar situações críticas para a eficácia do isolamento. Não é que a maioria das pessoas não tenha bom senso nem discernimento (uma parcela delas não tem mesmo); mas sim que é muito difícil abandonar velhos hábitos e adotar novos. Especialmente quando os novos hábitos são desagradáveis, contrariam nossos desejos, exigem esforço e disciplina, põem à prova nossa força de vontade e, pior ainda, se nos são impostos por alguma autoridade. Que o digam todos que já tentaram fazer dieta pra emagrecer ou iniciar a prática de atividades fisicas, sobretudo se foi por recomendação médica! Nós sempre tendemos, inconscientemente até, a buscar maneiras de burlar as imposições que nos foram feitas.
Assim é que os julgamentos inerentemente subjetivos que as pessoas fazem do que seja uma “aglomeração” são inescapavelmente enviezados: tendem a ser mais próximos do que é mais conveniente e confortável para elas, e o mais próximo possível dos seus antigos hábitos, e não do que as autoriddes de saúde consideram aceitável para minimizar a transmissão do vírus. Confie no “bom senso” dos frequentadores do parque e o parque ficará cheio; confie no “discernimento” do dono do mercado e o mercado ficará lotado; deixe para o gerente do banco decidir o tamanho “razoável” das filas junto aos caixas e as filas serão enormes. E deixe para as próprias pessoas nas filas das agências e dos supermercados avaliar a distância que precisam manter umas das outras, e elas ficarão muito próximas ― neste caso, por causa da ilusão de que, quanto mais perro elas estejam do início da fila, mais rápido vão ser atendidas.
Não! Pelo menos no início do processo de condicionamento, a disciplina tem que ser imposta e cobrada com rigor. Desvios devem ser corrigidos e punidos energicamente. Como só agora alguns governadores e prefeitos estão pensando em fazer ― e, mesmo assim só a partir da semana que vem…
Terceiro erro: dar às pessoas a ilusão de que o sacrifiício não será tão grande quanto se sabe que de fato será. Já na primeira entrevista coletiva que deu, o ministro da Saúde declarou que o pico da epidemia, fosse este de uma “montanha” ou uma “colina”, se daria entre o final de abril e o início de maio. Então, não precisa ser nenhum expert em epidemiologia pra deduzir que se o período de distanciamento ou isolamento social vai começar mais de um mês antes do pico, e sendo as curvas dos modelos epidemiológicos simétricas, o término desse período de isolamento deverá ser também mais de um mês depois desse pico. Quer dizer, se as medidas começaram em meados de março, elas terão que perdurar até meados de junho, para atingir o objetivo primário de “achatar a curva” ― e também o secundário, que não se fala muito, de “aplainar a curva” da segunda onda epidêmica que inevitavelmente virá quando as medidas de restrição forem relaxadas.
Então, por que os governadores e prefeitos já não decretaram, desde o início, que o isolamento vai ter que durar pelo menos três meses para ser efetivo? Por que ficam nessa lenga‐lenga de “quinze dias, e depois reavaliamos” a necessidade de continuar ou não com o isolamento? Para não “assustar” ou “desanimar” a população? Isso só faz as pessoas terem a expectativa de que vão ter que aguentar “só mais duas semanas”, e a cada prorrogação do prazo ficarem mais frustradas e impacientes, desacreditadas mesmo da eficácia das medidas. Afinal, se a cada duas semanas elas são continuadas, ficam cada vez mais rigorosas, e ainda assim o número de casos e mortes só aumenta, é porque não está dando certo!
(Dizer que a quantidade de mortes “seria muito maior” sem o isolamento é uma coisa muito vaga e abstrata; a variação nas quantidades de casos e de mortes de uma semana pra outra oferece um parâmetro muito mais objetivo, ainda que, por si só, enganoso, pras pessoas avaliarem a aparente eficácia das medidas de contenção adotadas. E esse parâmetro vai dar aparentar um índice mais de fracasso que de sucesso até que se chegue do “outro lado” do pico da curva.)
Esses três primeiros erros, na verdade, são variações de um mesmo equívoco maior: violar uma das mais conhecidas regras de política real do velho Niccolò:
“Faça de uma vez só todo o mal, mas o bem faça aos poucos.”
No caso em questão, implante logo de início duras regras de restrição à circulação de pessoas. Depois, quando for seguro, vá relaxando bem devagar. Coincidência ou não, é como fizeram (primeiro o “mal”) e estão fazendo (agora o “bem”) a China e a Coréia do Sul. E não estou dizendo que se devia ter feito aqui exatamente igual ao que se fez lá. Mas que os gestores devem ter coragem de fazer o que deve ser feito quando ainda pode ser feito.
“Não, você não poderá passear com seu cachorro. Não vai poder passear nem sozinho, aliás. Se insisitr, será multado em 1000 reais. Se desacatar o guarda, será preso. Você escolhe se prefere cumprir o isolamento na sua casa ou na cadeia.”
“Restaurantes, lanchonetes e padarias só vão poder atender pra viagem ou por delivery. Quem atender para consumo no local ficará duas semanas de portas fechadas. Se reincidir, perderá o alvará de funcionamento.”
“O decreto de isolamento social vai durar pelo menos até 15 de junho. Se der tudo certo, no início de junho a gente começa a abrandar o isolamento. O quê?… Se não for suficiente, a gente prolonga, ora!”
Medidas assim precisavam ter sido anunciadas no primeiro dia. Como não foram, têm que ser ditas hoje. Senão, “na terça que vem”, medidas muito piores terão que ser anunciadas.
Mas ainda tem ainda outro problema, que não é tanto dos governantes, mas mais das autoridades de saúde…
Quarto erro: números enganosos, que fazem parecer que o problema é menor do que na realidade é, que o perigo está mais distante do que na realidade está. Sabemos que, por vários motivos ― subnotificação, testagem insuficiente, atraso nos resultados dos testes, tempos de incubação do vírus, de aparecimento dos sintomas, de agravamento dos sintomas ― nós não só estamos vendo a “ponta do iceberg” como estamos olhando pra ele com o binóculo ao contrário! (Pra quem nunca olhou num binóculo ou luneta, se você olhar pelas lentes pequenas, apropriadamente chamadas de “oculares”, o objeto visto parecerá mais próximo; se você virar o instrumento ao contrário e olhar pelas lentes maiores, chamadas “objetivas”, o objeto visto parecerá mais distante.)
E não basta simplesmente os especialistas ouvidos todos os dias nos noticiários alertarem para o fato de que, devido aos problemas supracitados, a quantidade de infectados “deve ser maior” (já ouvi alguns falarem que “pode ser maior”) que o número de casos confirmados da doença. Novamente, isso fica muito vago. “Maior quanto?”, as pessoas se perguntam. E, ao imaginar a resposta, pensam sempre algo como “10% maior? 50% maior?”.
É que as pessoas em geral têm dificuldade de entender o conceito de ordem de grandeza. O mais recente e talvez mais confiável estudo cientifico sobre isso (postarei o link depois) estima que, no Brasil, pouco menos de 1% dos prováveis infectados são detectados. Isso quer dizer que o número de infectados é 100 vezes maior ― duas ordens de grandeza ― que o de casos confirmados!
E não são só pessoas com baixa instrução que têm dificuldade de entender isso. Quando eu falei desse estudo pra um amigo com grau superior de escolaridade, ele me disse, com base no número de casos confirmados ontem, 09/04, que foi 17.857, que então seriam “180 mil aproximadamente‘’ os infectados. No que eu repliquei, “É pra multiplicar por 100, não por 10.” E ele soltou um palavrão quando deduziu o número provável de perto de 1.800.000 infectados no Brasil enquanto escrevo estas intermináveis linhas. Não foi um erro de matemática dele, óbvio, mas uma resistência psicológica de encarar um cenário muito mais terrível do que ele acreditava ser. (A mesma resistência, que, estou certo, está na sua mente, leitor, neste exato momento, gritando pra você “Não, isso é um exagero, não pode ser tudo isso!”)
Este é o número que tem que ser anunciado com destaque nos telejornais: o número provável de infectados estimado por algum método razoável, nem que seja baseado em “palpites bem informados” (educated guesses). Porque, por mais grosseiro e incerto que seja ― e, no estágio atual de (des)conhecimento sobre o coronavírus, não tem como não ser ―, ele ainda será muito mais próximo da realidade que o ilusório “total de casos confirmados” que vemos pelo nosso binóculo ao contrário. Pelo menos enquanto não tivermos testado uma quantidade de pessoas que permita calcular, com métodos estatísticos confiáveis (aplicados em qualquer pesquisa de opinião ou de intenção de voto), quantos assintomáticos e paucissintomáticos há na população brasileira num dado momento.
“Ah, mas não tem como fazer esse cálculo.” Tem sim! Há pelo menos um mês que é possível fazer. Qualquer matemático que faça jus ao seu diploma ― de graduação ― é capaz de bolar um modelo baseado nos dados coletados na China e na Coréia do Sul (e, em breve, também na Alemanha), e fazendo a devida adaptação nos parâmetros para adequar à realidade brasileira, extrapolar um número que estará dentro de uma margem de erro ainda larga, mas dentro da qual é altamente improvável que o número de casos confirmados esteja. (Foi assim que os autores do estudo dos 1% fizeram, aliás, mas baseando‐se apenas nos números da China.) Para os objetivos de conhecer o real tamanho e a real distância de um iceberg, enxergar pelas oculares de um binóculo um tanto desfocado é melhor que olhar pelas objetivas de um perfeitamente ajustado.
Mas e qual seria a diferença, para o público, saber esse número estimado? Isso não vai confundi‐lo ainda mais? Não, vai esclarecê−lo mais! Porque hoje o morador da Rocinha lê no jornal que tem 11 casos confirmados numa comunidade de estimados 100 mil habitantes e pensa, “Ah, é muio pouca gente ainda!” Talvez ele leia a lista de nomes dessas pessoas e, muito provavelmente, não conhecerá nenhum. Qual a chance de qualquer um desses onze ter cruzado seu caminho no dia a dia, na ida e volta pro trabalho, ou na visita ao mercado? Não é nem preciso fazer conta pra estimar que é mínima, ínfima, praticamente nula. Conclusão: ainda dá pra encontrar os amigos no largo que dá acesso à principal subida do morro.
Mas se ele ouvir todo mundo nos jornais, na teve, na internet falando que esses 11 casos correspondem, provavelmente, a 1.100 infectados, a coisa muda completamente de figura! Já são pouco mais de 1% dos moradores. Quer dizer que, de cada cem pessoas, conhecidas ou não, que passam por ele todos os dias subindo e descendo as vielas da favela, uma já tem o coronavírus. Pode ser alguém que more no seu beco! Ou o mototaxista que o leva todo dia pro trabalho! Ou pode estar atrás dele na fila do supermercado!
Semelhantemente, numa cidade pequena, de 20 mil habitantes, enquanto não é anunciado o primeiro caso, as pessoas pensam que seu lugar ainda está “livre do vírus”. Tem prefeito de cidade do interior afrouxando as normas de fechamento do comércio e de restrição à circulação de pessoas baseando‐se justamente nessa falsa premissa. Mas se ele souber que quando o primeiro caso em sua cidade for confirmado provavelmente já haverá outros 99 ainda não notificados, e que, portanto, o vírus já pode estar circulando na sua cidade há vários dias, talvez já há semanas, e que a qualquer momento um deles vai dar entrada no único hospital da cidade e já de cara ocupar um dos dois leitos de UTI disponíveis, ele vai pensar 10 vezes antes de autorizar a reabertura do comércio!
Haverá, ainda, tempo de corrigir esses erros, antes da explosão de casos? Bom, certamente não vai se obter o mesmo benefício que se obteria se eles tivessem sido corrigidos há duas, três semanas. Muitas pessoas que não precisavam morrer vão morrer ― já estão morrendo ― porque os gestores públicos e as autoridades de saúde agiram conforme eu descrevi aqui. Mas muitas mais que não precisam morrer vão morrer se eles continuarem, se nós todos continuarmos, agindo da mesma maneira.
“Loucura é fazer sempre as mesmas coisas e esperar resultados diferentes.”
(Não, esta não é de Maquiavel; nem de Einstein, como às vezes se atribui. É de um grande sábio desconhecido mesmo…)
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2020.04.10 04:02 SubodeiBR Final de namoro, infelicidade, sei lá oq to sentindo...

Boa noite. No ensino médio conheci uma garota que viria a ser minha namorada, resumindo a gente se dava super bem e se entendia demais, nunca ficamos um dia sem se falar, dificilmente discutíamos, mas quando acontecia chegávamos em uma solução fácil. Enfim, terminamos a escola. Entramos em universidades diferentes, e logo no final do primeiro ano ela conseguiu um emprego excelente, e foi morar sozinha. Queria que eu fosse com ela, entretanto eu só fazia alguns bicos que no final do mês davam uns 600 reais. Acabei recusando de morar junto, não queria ser mal visto pela família dela. No final ela acabou vindo morar mais próximo da minha casa, assim conseguiríamos passar mais tempo juntos pq quando entramos nas universidades só conseguíamos ficar juntos finais de semana. E assim se passou mais 3 anos, ela tinha conseguido ser efetivada na empresa e estava com um plano de carreira e eu fazendo meus bicos pra se manter. Foi ai que tudo começou a mudar, ela ganhando super bem, queria fazer coisas que eu não tinha de onde tirar o dinheiro e eu por outro lado nunca quis ser bancado. Finalmente consegui um estágio na minha área, não era um salario maravilhoso porém muito melhor do que eu ganhava e sabia que todo final do mês era garantido na minha conta. Nesse meio tempo ela começou a frequentar os happy hour da empresa, e começou a sair com o pessoal, eu nunca a proibi, muito pelo contrario sempre incentivei a sair, queria que ela aproveitasse a vida não só comigo, pois começamos a namorar muito cedo. Então passou mais algum tempo e eu consegui um "bico" pro fim de semana em outra cidade, minha rotina era acordar as 05 30 e chegar em casa 00:00. Antes desse emprego nos víamos 3 4 vezes por semana. Mas agora nas sextas eu saia da aula e já ia pra outra cidade na casa de um amigo pra poder começar cedinho no outro emprego e chegava domingo as 22h. passaram-se dois meses nessa rotina. Eu só conseguia ficar com ela pra dormir nas segundas e terças, sempre chegava tarde da aula então não conseguíamos sair era basicamente dormir pois vivia cansado, já que não tinha folgas. Até que uma segunda feira ela me liga e diz que n estava se sentindo muito bem e queria ficar sozinha. No outro dia me disse o mesmo ai já liguei pra ela, queria saber oq tava acontecendo. Ela me disse que eu não estava lhe dando atenção, nunca conseguia sair com ela e não estava a vendo muito e se sentia sozinha. Acabou me pedindo um tempo. Quando me disse não acreditei naquilo tudo, eu estava dando tudo de mim para poder acompanha-lá, e teria que ter alguns sacrifícios... Se passou 3 dias eu liguei pra conversar, discutimos e acabamos terminando. No outro dia pela manha ela me liga chorando pedindo desculpas, dizendo que tava muito confusa e tomou a decisão errada. Queria sair pra conversar e colocar os pingos nos is. Conversamos bastante, e eu disse pra ela, que só era pra gente voltar se fosse uma decisão dela, não era pra ser influenciada pelos pais, já que eles tinham muito afeto por mim. Nao iria adiantar ela voltar por eles, não tem como empurrar com a barriga um namoro. Ela disse, sim a decisão é minha, eu quero estar contigo, quero viver contigo, se casar, ter filhos. Você é minha vida, quero te fazer o homem mais feliz do mundo. Ai que homem vai recusar isso? eu me sentia da mesma forma. Acabamos voltando. Fizemos muitos planos, eu larguei o emprego do final de semana pra passar mais tempo com ela. Em dezembro tinha planejado pra morar juntos, essa época era final de julho. Se passaram mais algumas semanas, senti que ela estava estranha, mais imaginei que não seria mais a mesma coisa, depois daquele tempo que demos, quase 5 anos e foi a primeira vez que tínhamos brigado e ficado sem se falar. Deixei rolar... Ai pensei em uma surpresa pro nosso 5 ano de namoro, arrumei uma viajem pra tentar se reaproximar mais e começar uma nova etapa da nossa vida, deixar aquilo no passado. Iriamos viajar no sábado pela manha, contaria a surpresa na sexta a noite. Na quinta me manda uma mensagem, dizendo que queria outro tempo. Meus amigos MEU CHÃO CAIU, FIQUEI SEM REAÇÃO, CHOREI FEITO CRIANÇA, foi uma frustração terrível, não conseguia me concentrar no trabalho, na universidade, é serio foi terrível. Só pensava nela e na resposta que ela me daria. E o pior de tudo a decisão não era minha, isso me consumia, ficava imaginando oq aconteceria, se voltaríamos ou não. Passou 6 dias não consegui mais suportar tudo aquilo e liguei para ela, falei vamos conversar, eu implorei, pra ela voltar, falei muito, muito mesmo e ela só me dizia, não sei, não sei, preciso de mais tempo pra pensar nisso. Me deixa pensar um pouco mais, nao quero tomar a decisão errada, me pediu mais alguns dias. Eu não ia conseguir esperar, eu falei, se tu me amasse não iria ter duvida nessa decisão, então acho melhor a gente terminar de vez! só me diz uma coisa, tem outra pessoa que vc está gostando? ela falou, "nesse tempo que vc me deixou sozinha eu me acostumei e gostei, eu comecei a reparar nas outras pessoas e acabei curtindo". Eu não falei nada, só desliguei o telefone. Terminou por ali 5 anos de namoro por uma ligação telefonica. As primeiras semanas foram difíceis, sentia muito a falta dela, mas com o tempo fui me acostumando. Comecei a sair com meus amigos, conheci novas pessoas, novos lugares e novas garotas. Faz 8 meses que terminamos o namoro e segui com minha vida. Eu não me acho um homem feio, tenho 23 anos atualmente, faz 5 anos que pratico musculação, tenho um corpo legal, mas sei que não sou o Brad Pitt, não tenho muita dificuldades com mulheres, dormi com muitas nesses ultimos meses. Mas em janeiro me bateu uma tristeza absurda, não consegui descobrir oq é, já pensei muito e a solução não vem. Não sei se sinto falta de estar namorando, da minha ex, ou sei lã oq... Sinto uma infelicidade absurda, parece que o mundo ficou cinza. Mas ao mesmo tempo não deixo de trabalhar, estudar, treinar, sair. Meus dias são um saco, são só alguns momentos de felicidade depois volta pra mesma. Mas assim, não tenho vontade de morrer ou fazer alguma merda. Só parece que to vivendo sem um sentido...
O TEXTO FICOU GIGANTE MAS PRECISAVA DESABAFAR!
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2020.03.24 03:14 Henri199712 Conto que aborda a nova pandemia.

Bom, eu gostaria de aprimorar minha escrita e imgaginação, queria ouvir opiniões de vocês sobre o meu primeiro conto. Escrevi uma pequena história baseada na nossa atual situação mundial, é um conto extremamente simples e é apenas uma remaginação do que estamos vivendo, é uma critíca á forma banal como estamos tratando a trasmissão do corona vírus e como isso pode nos ruir, então por favor, tentem tirar alguma mensagem e qualquer opiniões de vocês sobre, obg.

A Carta pós o Covid-19: O Estágio final
Eu me lembro... me lembro de ver minha família em um jantar a noite ou em um churrasco á tarde, são coisas que nunca mais me esquecerei de lembrar.
No início não achamos que fosse nada demais. Um vírus que surgiu da China, um país do outro lado do mundo e que nunca nos afetaria com a sua super- população e seu governo totalitário.
Eu vivia em uma casa grande com meus pais. Meu irmão e meus avós vivíamos confortavelmente. Meus avós cuidavam de mim e do meu irmão mais novo, enquanto meu pais trabalhavam duramente. Morávamos em uma casa linda e aconchegante em um bairro nobre, é claro que naquela época um garoto de 15 anos como eu não via nada daquilo como algo especial, eu passava horas do meu dia em frente ao celular ou no computador jogando e conversando com meus amigos, até que um dia eu vi a primeira notícia...
Era um número pequeno de pessoas contaminadas na Ásia. Vários médicos e doutores explicando na TV a nova doença ultra contagiosa. Também lembro de alguns dizendo que não era nada além de uma gripe forte e que aquilo passaria.
Depois disso, ás minhas memórias se tornam nebulosas. Lembro-me de um dia estar vendo piadas na internet, para outro momento, ver países em quarentena, pessoas morrendo, e todos os hospitais lotados de pessoas contaminadas. Não demorou muito para essa doença chegar em meu país, as pessoas começaram a se contaminar e muitos não ligavam no início, como é de costume da ignorância humana. Eu estava sem estudar faziam meses e os meus únicos contatos no dia a dia eram, os meus avós, meu irmão e meus amigos na internet.
O que causou o nosso fim, não foi a doença em si, mas nós mesmos, sem nos darmos conta de que um simples vírus na verdade era a faísca que acenderia a chama final do nosso planeta.
O vírus causou lotação em hospitais, farmácias, super- mercados e fechamento das grandes corporações. Países como a China não previram que o vírus poderia voltar ainda mais mortífero e muito mais contagioso. O pânico nos países e das pessoas causaram a anarquia, o que causou grandes conflitos e no final, ruas vazias, casas saqueadas, cidades devastadas e crises em todo o planeta.
Lembro-me, a primeira quarentena durou 5 meses, nos quais minha família tomava todos os tipos de cuidados. Depois da aparente extinção do vírus, as empresas e governos enfrentaram crises como nunca antes, a fome era comum nos países mais pobres e nas super potencias, milhões de desempregados eram vistos nas ruas, não demorou muito para o vírus voltar, e isso, foi nosso golpe de misericórdia.
Lembro-me de eu e meu irmão sendo obrigados a sair de casa, meus pais estavam contaminados e meus avós já estavam em suas camas sem vida á muito tempo, e nós éramos a última esperança, faltava pouco para eu e meu irmão de apenas 8 anos sermos contaminados. Foram dias difíceis, não éramos os únicos nessa situação, nas ruas ficavam os sobreviventes, e nas casas ficavam os corpos daqueles que já haviam se contaminado. A rua, era a única esperança, não pelos seres humanos nem pelos suprimentos ou abrigos, mas sim pelo instinto indomável da sobrevivência.
Escrevo essa carta 10 anos depois do grande juízo no século XXI. Hoje, eu e meu irmão vivemos na grande cidade, porém é uma cidade sem prédios, sem movimentação e também sem as grandes indústrias, isso não existe mais, são apenas grandes construções do qual eu e meu grupo nós aproveitamos das ruínas. Somos muitos, erámos jovens na época do surto, e além disso assintomáticos, conseguimos sobreviver por nossos órgãos serem jovens demais, hoje, somos os adultos que fomos obrigados a nos tornar.
Hoje existem pequenas sociedades, nós vivemos em acampamentos com comidas que vêm da caça e de suprimentos cultivados por nós. Sou o administrador do nosso grupo, eu que cuido de tudo e lidero juntos com os outros da minha patente o que acontece conosco. Meu irmão faz parte dos caçadores, ele caça nossa comida e vai para as ruínas do que sobrou das grandes cidades para buscar suprimentos. Não temos energia elétrica, sinal de rádio ou nada do tipo que nos confortava antigamente, voltamos ao estado tribal e tivemos de aprender a viver assim. Sei que em vários lugares do mundo alguns governos conseguiram se reerguer, e há pessoas com jalecos tentando arranjar uma cura ou uma salvação para todos, mas agora isso não vale mais, o que vale é a sobrevivência. Há outros grupos por aí e muitos deles estão mal-intencionados e querem tudo o que resta das nossas vidas passadas, mas eu não posso deixar, não vou deixar a mesma ganância humana que nos destruiu á anos, tomar o que pode nos salvar.
Escrevo isso por quê hoje eu vi pela primeira vez em anos, um helicóptero do exército, era de algum país diferente do nosso, tinha algumas listras e uma mensagem que não conseguimos decifrar muito bem, pareciam formas geométricas e nomes escritos, alguns pareciam nomes de antigos líderes que sumiram do governo quando tudo ficou pior. O helicóptero parou em cima da cidade, e soltou um zumbido e um som muito alto que nos acordou das nossas tendas. Do helicóptero, um soldado com uma máscara de gás jogou uma caixa que pousou com um pequeno paraquedas saindo do topo dela e depois o helicóptero voou para o horizonte.
Eu e meu grupo fomos os primeiros a chegar até lá, tínhamos acampado perto do centro dessa vez, nós corremos e ao chegar lá, encontrei uma carta em cima da caixa. Pegamos a caixa, que tinha um tamanho das antigas cestas básicas, corremos de volta ao acampamento e dei a ordem para que todos se acalmassem e antes de abrir qualquer coisa. Eu comecei a ler o que estava escrito eu via a mensagem que poderia mudar tudo sobre o nosso destino:
“ Nós conseguimos! Somos dos governos remanescentes e da nova ordem que salvará todos nós. Decretamos que achamos a cura para a doença purificadora, agora aos poucos podemos salvar os mais fortes que nos restaram, porém fizemos poucas amostras, nós disponibilizamos algumas vacinas para um número pequeno de pessoas, nós detectamos que há muitos grupos distintos nessa região, mas infelizmente só há doses o suficiente para um desses grupos, se você conseguiu capturar o pacote, cuide dele. A caixa só abrirá quando apenas um grupo ter a posse das vacinas. Não se preocupe, isso faz parte da salvação e também da purificação mundial”
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2020.03.05 05:33 MorcegoSemAsa Desabafo, desemprego, desespero

Boa noite, pessoal. Antes de mais nada, já peço perdão por erros de concordância e por frases difíceis de entender: tive que ficar bêbado pra criar coragem de postar aqui.
Me encontro numa situação difícil de aguentar: formado há dois anos (honestamente já nem lembro em que ano me formei), desempregado pelo mesmo tempo. Vivo de bicos e da grana dos meus pais.
Nunca consegui emprego. Nem estágio. Meia dúzia de entrevista só e olhe lá.
Eu já não sei o que fazer. Já tentei emprego na minha área, fora da minha área. Na região que moro, fora da região que moro. Mando currículo diariamente há ao menos 2~3 anos e minha vida não sai do lugar.
No começo, quando eu ainda procurava por estágio, eu ainda era um cara esperançoso, animado. Tinha anotações das empresas que mandava currículo, carta de apresentação, tudo bonitinho. Há 6 meses atrás já tava naquela de "procura vaga > nem lê direito o nome da empresa/nome da vaga > enviar currículo". Hoje o maior exercício do dia é levantar da cama. Tô num ponto onde eu não tenho vontade de fazer mais nada, já não envio mais currículos, não cuido nem mesmo da minha saúde: cada dia que passa to engordando mais e mais e a saúde mental foi pro beleléu. Eu já não sei mais se o problema é a crise ou se sou eu mesmo... (Durante a faculdade eu me achava um cara bom até, sabe? Capaz de conseguir um emprego e sobreviver com meu proprio esforço. Mas hoje eu já to vendo que sou o oposto e não passo de um fardo pras pessoas ao meu redor).
Hoje me vi pensando em trabalhar fora do país, independente do trampo que for... Só que eu não tenho contato nenhum, não sei nem por onde começar a procurar. Alguém aí tem uma luz?
Ou então, alguém aí é dono de empresa e tá contratando engenheiro "recém" formado?
O desespero de deixar de depender dos outros tá me levando à loucura
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2020.02.17 14:13 BokeTsukkomi "Que mascotes de times da Série A eu consigo derrotar?" EDIÇÃO SÉRIE B!

ERRATA: Antes de começar uma errata en relação ao post original (link aí embaixo): o PetricTastesAsthenia mencionou que o mascote do Fluminense agora é um guerreiro, e de fato é, e eu obviamente não derrotaria um guerreiro, portanto o placar final da Série A é 8 vitórias e 12 derrotas.
Atendendo a milhares e milhares de insistentes pedidos, aqui vai a versão série B do post "Que mascotes de times da Série A eu consigo derrotar?". Para quem quiser ir lá conferir o link do post original.

Basicamente eu vou listando os mascotes dos times da série B e analisando se eu consigo derrotas eles numa luta
AS REGRAS
  1. O vencedor da luta é quem conseguir derrotar o outro, pode ser através de submissão, nocaute ou "decisão do juiz"
  2. Vale tudo
  3. Todas as lutas são 1 contra 1
  4. A arena para essa luta é um lugar clássico de porradaria: Um beco, de noite, porém bem iluminado. O chão está um pouco úmido e há um grupo de pessoas em diversos estágios de embriaguez a volta dos combatentes
  5. Os lutadores querem lutar e não vão fugir.
Isto posto, vamos a porradaria (entre parenteses o número de vitorias e derrotas)
RESULTADO FINAL (ainda aguardando informações sobre o Timbu): 8 vitórias e 11 derrotas 9 vitórias e 11 derrotas
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2019.09.15 04:33 NearllFire De menino sonhador ao fundo do poço (desculpa pelo textão)

Bom, antes de tudo queria deixar claro que meu desabafo não está relacionado à algum evento traumático ou uma situação específica, e sim ao estágio atual em que minha vida encontra-se. Quando tenho alguns lapsos de memória de infância lembro de como eu tinha entusiasmo e alegria em viver, tinha sonhos, parecia que até o dia mais comum do mundo era tão feliz, eu adorava apreciar as coisas mais simples da vida. Mas, conforme fui crescendo, toda minha inocência de criança foi sendo destruída ao perceber como as pessoas vivem de julgamentos e aparências. Cresci em uma família super protetora e que me deu certos "mimos", então lembro-me que no começo eu era uma criança extrovertida que não tinha vergonha e medo de se relacionar e falar o que vier na cabeça, porém conforme foram passando os anos e fui vendo como o mundo era diferente da criação que eu tive, fui cada vez ficando mais introspectivo e anti-social para tentar ser menos julgado possível. Aos 13 começou o sobrepeso,e ao longo da adolescência minha auto-estima foi se rebaixando cada vez mais e minha aparência piorando, todas as amizades que eu fiz na minha vida inteira até hoje partiram da atitude deles de falarem comigo, não consigo ter uma conversa minimamente interessante nem com um parente, nunca abordei uma menina e muito menos chamei pra conversar que seja no Facebook, Instagram e etc. Consequentemente nunca beijei ninguém em 20 anos, e todas aquelas amizades que fiz na escola, hoje quase todas acabaram pela distância deixando a relação ficar fria, grande parte minha culpa que só esperava as pessoas falarem comigo e nunca tinha atitude. Atualmente, estou com 120kG, desleixado, e estudo pra passar no vestibular de medicina há 3 anos (Formei em 2016), sempre fui uma pessoa que tive facilidade de aprender as coisas,me considero inteligente e sempre tirei notas altas na escola, mas nesses 3 anos por procrastinação e não conseguir render durante o ano todo não passei no vestibular até hoje (não vou mal, passaria em todos cursos mas nunca atinjo nota para medicina em um faculdade boa), não desistirei do curso, pois é meu sonho de criança e estou bem mais perto de conseguir, mas confesso que essas reprovações e o fato de não conseguir manter uma rotina devido à procrastinações quebram meu emocional. Desde meus 14 anos assisto diaramente pornografia e sempre quando estou sozinho em casa me masturbo compulsivamente ( um dos meus motivos de procrastinação), e depois por me sentir mal em ter gastado meu tempo de estudo, solto minhas frustações na comida e meu peso só aumenta. Além disso, fui percebendo que o amor que meus pais me ensinaram desde criança, foi esvairando-se, eles só estão juntos por mim e por minha irmã (5 anos mais nova), apesar deles sempre nos tratarem bem e sempre nos querer o melhor, entre eles a relação é fria, nunca vi meu pai ou minha mãe dizer "eu te amo" para o outro, ou demonstrar qualquer grau de afetividade entre eles, acho que por isso tenho tanta vergonha de expor meus sentimentos às pessoas, principalmente mulheres. Perdi a felicidade em viver, não tenho pensamentos suicidas, sou bem controlado emocionalmente e nunca vou tirar minha vida, apesar de sentir um vazio e não ver tanto sentido na vida, parece que tudo de bom que pode acontecer na minha vida traz um prazer momentâneo mas logo volta tudo a ser como antes. Minha timidez profunda não sumiu, até hoje evito de falar no telefone até pra pedir pizza, só tenho amigos no cursinho que partiram deles a atitude de falar comigo. Tenho consciência de que eu pareço ser um sociopata, por não conseguir olhar nos olhos de estranhos e recém-conhecidos, por ter vergonha extrema, não cumprimentar algum conhecido quando eles estão em grupo que eu não conheço as outras pessoas, e até ensaiar a fala pra comprar algo quando preciso falar com alguém. Desde adolescente tenho dezenas de tentativas frustadas de emagrecer (até porque minha família tb é obesa), o alto peso esgota minha energia e minha disposição, me sinto pesado, sufocado, com baixa autoestima, sei que poderia ter aparência melhor. Hoje, reativei meu facebook e vi pessoas que estudei namorando, uns trabalhando e vivendo algo diferente, enquanto eu desde que sai da escola tenho a mesma rotina, sou grato por poder estudar sem precisar trabalhar atualmente, e no futuro estudar em uma faculdade boa, e ter um bom emprego, mas é tão triste ver as pessoas mudando e eu estar estagnado nessa mediocridade, perdi inúmeras oportunidades por essa maldita timidez,desde ficar com alguma garota que estava a fim de mim, até saber a resposta de algum exercício e ter vergonha de levantar a mão e falar, até de criar atitude e fazer amizades com pessoas que eu admirava. Sou uma pessoa boa, nunca fiz mal e não destratei ninguém, quero no futuro ajudar às pessoas, mas me sinto tão perdido e me sinto mal quando invejo um cara que sei que é pior que eu (menos inteligente, aparência ruim) tendo uma vida feliz por não ter essa timidez e ansiedade que tenho. Sei que ninguém pode me me dar uma resposta mágica, mas hoje compartilhei fatos da minha vida que nunca falei pra ninguém, além disso pode ser que alguém que passou por situação similar possa me orientar em algo, não perdi as esperanças de retomar o rumo da minha vida.
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2019.05.01 20:16 ideiasemacao Entrevista de Emprego

Entrevista de Emprego
https://ideiasemacao.com/entrevista-de-emprego/
https://preview.redd.it/aq8kzeql5nv21.jpg?width=565&format=pjpg&auto=webp&s=4009d751a37fca9639809219c2daa384a8ca4f73
Quando estava iniciando a minha carreira profissional depois de ter sido office boy e ter terminado o meu curso técnico na área de Logística, onde fiz estágio em algumas empresas, tive a oportunidade de ingressar em uma empresa multinacional, pois na época estava estudando inglês e cursando faculdade de Administração, com isso, me candidatei a uma vaga com esperança de obter um cargo de nível pleno.
Para entrar nesta empresa multinacional de grande porte, era sabido que eu teria que participar de várias etapas de um processo muito minucioso, com uma enorme concorrência de candidatos.
A primeira etapa foi a entrevista com o RH da própria empresa, sendo que depois dessa etapa teve as famosas dinâmicas de grupos, apresentação pessoal, projetos que você desenvolveria para a melhoria da organização, testes de raciocínio lógico e sobre gestão financeira.
Após cinco etapas deste processo seletivo fui convidado para a etapa final que seria em São Paulo, uma vez que neste teste eles iriam verificar o meu nível de inglês na matriz desta empresa.
Como eu moro nas Minas Gerais e trabalharia neste estado, a empresa me enviou o voucher com o número do portão de embarque no aeroporto de Confins-MG com destino à cidade de São Paulo. Chegando ao aeroporto um Senhor que demonstrou certo nervosismo com uma idade aproximada de 60 anos veio conversar comigo em inglês. Segundo ele, havia perdido o local para o embarque para São Paulo, pois nesta cidade faria conexão para os Estados Unidos.
Em nossa conversa, falei a ele para ficar tranquilo, pois eu também estava indo à cidade de São Paulo para uma entrevista de emprego em uma empresa multinacional e que eu poderia acompanha-lo até o local do embarque. Depois disso, percebi que ele ficou mais calmo e começamos a conversar sobre vários assuntos.
Ele me perguntou em qual empresa eu iria fazer a entrevista de emprego, sobre os meus objetivos profissionais e pessoais, sobre a minha formação, sobre a minha família, ou seja, tivemos uma conversa bastante amigável apesar de tê-lo conhecido naquele momento. Também o perguntei sobre família, negócios, se conhecia outros estados e se ele viajava sempre ao Brasil.
Na hora do nosso embarque que coincidentemente era no mesmo horário, falei a ele que estava na hora de embarcarmos para São Paulo. Neste exato momento, que surpresa! Ele me disse que não precisaria mais de eu ir viajar, porém ele falou em português. Fiquei perplexo com a situação, pois até então estávamos conversando em inglês.
Essa era a última etapa do processo seletivo, ele me apresentou como sendo o Gerente responsável pelo RH na matriz de São Paulo desta empresa multinacional e que a dinâmica final era desse jeito. Ele analisava o perfil de cada candidato vendo se ele era gentil, atencioso, perguntando de forma sutil quais eram os seus objetivos, testando o nível de inglês e apresentando-se como um estrangeiro que precisava de informação em um país que ele desconhecia a língua nativa.
Fiquei muito feliz por ter sido contratado para essa grande empresa, mas, mais do que isso por nunca ter deixado de ser cortês com as pessoas, mesmo que naquele momento era apenas um teste final.
Nunca deixe de ser gentil e atencioso com as pessoas, pois gentileza e educação abrem todos os caminhos para a sua trilha, seja ela profissional ou pessoal.
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2019.01.07 00:58 geoelectricmax Não consigo desenvolver meu TCC e isso está me destruindo.

TL;DR: Tô tentando me formar, só falta o tcc e já mudei de temas n vezes, mas tá foda de conseguir .
É bem isso mesmo que o título diz. Estou basicamente congelado no meu trabalho de conclusão e só falta isso pra me formar. Mas está impossível. Vou explicar a situação.
Acabei as matérias da faculdade em Julho de 2018 e, neste mesmo ano, estava desde o início arrumando temas pra fazer o TCC que, em tese, queria apresentar logo após a finalização do período. Fazia inicação científica num laboratório na universidade e estágio numa empresa privada - que hoje fui contratado e me fez me transferir de estado. Na época, por estar fazendo uma atividade acadêmica num laboratório, tinha alguns temas que inclusive comecei a estudá-los e dar prosseguimento de forma autônoma. Entretanto, na vez que precisei de orientação do professor, não conseguia porque o orientador era figurativo e não orientava. Foi a primeira vez que travei e não conseguia avançar.
Após isso, como eu estava na pressa de me formar logo, tive a ideia de mudar de tema e fui procurando outros professores orientadores que sabiam que eram bons pra isso. Encontrei um professor que simplesmente foi um pai desde que eu entrei na universidade comigo, mas numa área que não era a minha de certa forma (minha formação é de Engenharia Elétrica e esta orientação era na área de Computação aplicada a Smart Grids -- nao era minha área direta, mas tinha interseções). Então eu comecei a fazer, pesquisar, buscar e me deparei com dificuldades aliadas ao tema e da vida: estava no processo de mudança de estado por causa da minha contratação e problemas em encontrar um problema (mto doido isso) para a minha tese. Eu tinha tudo mas não conseguia encontrar o que resolver. E isso se perdurou até novamente buscar algo que estivesse mais ligado ao que trabalhei/aprendi na faculdade de forma direta. E novamente mudei de orientadotema.
Dessa vez, já era meados de setembro, consegui me afirmar num tema relacionado a minha área. Fiz todo o arranjo com o novo orientador, mandei minha proposta e ok, vamos escrever. Escrevi 52 paginas e, na primeira reunião após isso tudo escrito, meu orientador falou que estava viajando no escopo (que ele mesmo tinha aprovado antes) e que deveria acrescentar umas informações bastante nada a ver - na minha visão - distoando completamente do que tinha programado. Fiz analises, correlações, toda a motivação e no final o que recebi do orientador foi que teria que reescrever o trabalho de forma qualitativa, com analises rasas, sem contas, sem demonstrações, sem explorar o que aprendi (isso que entendi).
Estamos em janeiro, as 52 páginas continuam e cada dia mais isso me destrói de forma arrebatadora. Já fiquei 1 mes inteiro pensando nisso, varios fins de semana tentando fazer algo melhor, propondo novas coisas mas está complicado. Passei muitas sextas-feiras bebendo sozinho em mesa de bar com varios artigos na mao pra tentar ter ideias do que fazer (e pra afogar as bads tambem) e nada. Ainda tive que me acostumar com a cidade que é muito diferente de onde já morei. As pessoas são diferentes, não tenho amigos nem nada. É foda.
Sei que é infantil, mas vendo amigos meus que entraram comigo e já apresentaram TCC é muito ruim. Me sinto bastante ultrapassado, sacou? Como se realmente tivesse largado tudo. A cabeça não aguenta muito essas coisas.
Só queria me livrar disso.
Será que vocês podem ajudar um colega que apenas quer se formar ?Tô aberto a qualquer tipo de ajuda. Pode dar esporro também. Só quero que essas coisas não fiquem só na minha cabeça e que eu consiga, com a ajuda de vocês, ter uma visão diferente da situação.
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2018.03.31 00:01 hellraiser1994 Acho que desisti de um plano tarde demais.

Estou me formando em uma faculdade pública bem conceituada no mercado de trabalho, em um curso relacionado a TI. Além disso, fiz intercâmbio e sei falar umas duas línguas bem e em outra eu tenho um nível básico. Até um tempo atrás, eu queria muito trabalhar com pesquisa, tendo feito umas iniciações científicas no passado.
Acontece que, depois que eu fiz intercâmbio, eu meio que comecei a sentir mais vontade de ser mais independente dos meus pais. E de viajar mais, fazer mais coisas...e carreira acadêmica pelo menos no Brasil é foda pra você ter isso tudo. Se você tem a sorte que eu tive de ter bolsa via entidade privada, dá até pra ganhar bem (em parâmetros acadêmicos, comparado aos meus colegas eu quase sempre ganhei a metade do que eles ganhavam sem nenhum tipo de benefício como VR e VT por fora). Daí, pra ter chances de emprego, você vai lá, faz mestrado, faz doutorado, pra depois ver o que tem a te oferecer. Em ambos, você tende a ganhar menos do que ganharia trabalhando no mercado, mas sabe quando você ainda tem mentalidade do pessoal mais novo e ainda acredita que vai valer a pena, que as oportunidades vão aparecer?
Acontece que a empresa que pagava essa bolsa resolveu simplesmente interromper a parceria sem mais nem menos e uns colegas não rodaram por pouco. Pra quem conhece a área acadêmica, um doutorado dura coisa de uns 5 anos de dedicação integral praticamente. Ficar na incerteza de não ter bolsa nesse tempo todo é um negócio muito arriscado, além de você não ganhar tão bem você ainda fica sem conseguir planejar nada. É algo que demanda bastante tempo, e que em um país que não desenvolve muita tecnologia como o nosso, não parece dar tanto retorno (tem caso de doutor que teve que ocultar o doutorado no currículo pra ser contratado). Existia a perspectiva, por parte dessa empresa, de contratar pesquisadores que ela já tinha financiado. Acabando esse ponto, quase não existem empresas que mexem com a parte comercial da minha área de pesquisa aqui e não posso sair do Brasil por uma série de razões.
Sem contar que mesmo professor universitário tem ganhado meio mal pro tempo de formação. E concurso em faculdade pública, abre um a cada 15 anos ou quando morre alguém. A área na qual eu trabalhava em TI é bem pequena e pouca gente sabe que ela de fato existe, então empregabilidade é meio complicada. Tentei mandar currículo pra duas empresas do setor, que ficam em uma cidade a uns 60km daqui (mas para as quais eu ainda estaria disposto a ir para estagiar). Uma nem respondeu (e isso que ela abriu vaga para estágio faz uns 4 meses e uma amiga minha foi entrevistada nessa empresa enquanto eu tinha mandado currículo) e outra, depois de um mês, falou que não rolava.
Antes desse episódio, eu nunca tinha pego emprego via currículo. Eu resolvi esperar as duas, porque eu achava que ia dar certo, e tenho uma relação muito forte com os objetos de trabalho de ambas. Nisso, me ligaram duas consultorias e um banco, dos quais eu não participei dos processos seletivos. Ainda por ter aquela última esperança de trabalhar no "emprego dos sonhos". Quando a última consultoria ligou, só me vinha na cabeça - será que eu estou fazendo a coisa certa? Será que vale a pena ir atrás do que você curte quase em nível passional? Eu tenho amigo se formando desempregado em outros cursos da faculdade, e enquanto isso eu não participei dos processos dessas empresas...hoje eles estão me ligando, e se amanhã eles não me ligarem mais? Não deu outra...
Pra tentar encarar o negócio todo de maneira mais positiva, resolvi pensar - oportunidade de mudar de área. Levantei umas que achei legais também, e disparei currículo. Em algumas não recebi resposta, mas até agora só recebi umas recusas. Seria ideal que eu tivesse uma experiência a mais de algum estágio prévio, mas acabei ficando só na área acadêmica (o que me deu uma experiência legal, mas...). Eu soube de colega de outros cursos que não tem nada a ver com o que eu mexo indo trabalhar nessas áreas. E não recebo resposta alguma que indique algo positivo.
O pessoal de estágio do meu curso deu uma piorada no ano passado. Desde que trocaram de funcionário, praticamente paramos de receber e-mails de emprego do departamento (e isso que, não só CHOVIA e-mail com vaga no passado, como o professor que lida com a porra toda falou que esse funcionário que está demorando pra repassar os e-mails). Esse professor, inclusive, falou que tem mais empresa de olho nos alunos da faculdade, ainda que o não recebimento de e-mails sugira exatamente o contrário.
É claro que hindsight is 20/20, mas a sensação de que se você tivesse seguido um outro caminho no passado você estaria em uma situação melhor hoje é algo deprimente. A outra alternativa, que tem muito mais emprego que qualquer outra (é coisa de 80% das vagas) é mercado financeiro, e depoimento de colega e conhecido meu sobre excesso de estresse (o que me foderia, dado que minha saúde mental já é meio merda) não falta. Mas fazer o que, sem grana não dá pra pagar o psicólogo...
Eu meio que já estou achando o meu caminho no meio dessa bagunça e sei que de longe eu tô no pior caso. Antes eu queria fazer mestrado, mas tô vendo que vai ser difícil rolar. Só queria desabafar um pouco mesmo.
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2017.12.27 13:04 everynobody42 Infeliz de barriga cheia

Me sinto até meio culpado de estar postando aqui, vendo outros problemas que as pessoas tem não posso deixar de achar que estou reclamando de barriga cheia.
Tenho 24 anos, estou quase me formando em uma faculdade prestigiada, tenho um estágio atualmente e um emprego garantido para mim quando finalmente me formar. Sou uma pessoa extremamente tímida porém tenho meus hobbies e meus amigos (poucos, mas os poucos que tenho são pessoas que eu sei que realmente posso contar). Minha família me ama muito e sei que meus pais sempre irão me apoiar não importa o que aconteça. Tendo tudo isto em vista, eu sei que objetivamente eu deveria estar feliz, ou pelo menos satisfeito, mas eu não consigo, eu realmente não consigo.
-> Apesar de conseguir conversar com pessoas e ter amigos, eu sou péssimo para conversar com pessoas que não conheço. Desde pequeno já me acostumei a ser o esquisito da sala, e agora sou o esquisito do trabalho. Não ajuda o fato de eu ser gago.
-> Faço terapia há 7 anos, inicialmente para tratar da gagueira (pois descobri que era psicossomática) hoje ela é para muito mais. Me desenvolvi bastante nesses 7 anos de terapia porém ainda me sinto um et perto de outras pessoas.
-> Percebo que eu penso demais. Tudo que eu faço que envolve o mínimo de interação social eu preciso parar e analisar a fundo se não for alguém que eu tenha intimidade. Isso chega a situações ridículas, aonde fico horas pensando se devo ou não fazer algo, pensando no que vão pensar, quando realmente todos estão cagando para o que eu vou fazer.
-> Na minha vida inteira tive apenas um relacionamento "amoroso". Foi com uma pessoa que conheci na internet, e foi extremamente traumático para mim. Hoje eu acredito que esta pessoa deva ter algum problema tipo borderline ou narcisismo, dada as mentiras que ela contava e as atitudes que ela tomou. Isso fez com que eu criasse um medo de me envolver com sexo oposto e me tornou uma pessoa extremamente desconfiado de tudo que contam. Isso foi há dois anos mais ou menos, eu cheguei a chamar outras meninas para sair nesse meio tempo (feito extremamente hercúleo para mim), mas sempre acabava recuando por medo de passar pelo que passei de novo. Acrescente isso ao fato de que minha ansiedade não ajuda neste mundo atual de whatsapp e facebook, sinceramente só acho que essas ferramentas estragam os relacionamentos (românticos ou não) entre seres humanos.
-> Sinto que tudo que tenho até agora, faculdade, emprego, etc, eu consegui na sorte. Eu não sei como estou conseguindo me formar, também não sei como consigo o emprego que tenho. Eu sinto que estou mentindo para as pessoas lá, que não sou capaz de funcionar como um funcionário normal e que eventualmente essa minha máscara vai cair e vão ver que na verdade sou um inútil que só chegou aonde está por sorte.
Eu nem sei o que quero ouvir aqui. Na verdade acho que nem tem o que dizer, só precisava botar para fora.
Vlw flws
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2017.11.18 17:47 PraiseTheCountry [Sério] CTESP em Marketing Digital

Boas. Estou a pensar em tirar um CTESP em Marketing Digital no ISEC LISBOA.
https://www.iseclisboa.pt/index.php/cursos/ctesp/marketing-digital
Basicamente um curso de 1 ano e meio e outro meio em estágio. Pretendo entrar no mercado de trabalho após o fim do curso...já não tenho 18 anos e pretendo ser independente o mais cedo possível por isso quero evitar uma licenciatura em Marketing que seria mais 3 anos. Faz diferença a licenciatura neste ramo digital? Interessou me bastante e é uma área em crescimento com muita saída actualmente e salário acima da média.
Aplico uma pequena parte de marketing em produtos digitais que vendo no ebay mas sempre fiz isso de forma natural e inconsciente...eu que nunca me identifiquei com nenhum curso depois de ter acabado o secundário eis que ele sempre estive bem à minha frente e eu nunca me apercebi do potencial profissional. Irónico a vida...cada vez mais acredito que tudo acontece por uma razão.
Neste momento estou a trabalhar a full time num hipermercado com 23 anos (apenas possuo o secundário completo, não fui para o ensino superior porque não me interessar por nada e os exames nacionais me darem dores de cabeça) e obviamente estou farto daquilo desde o salário, chefes, clientes chatos, falta de condições e alguns colegas com a mania. É uma boa experiência mas não é vida para ninguém como é lógico.
Voltando ao assunto do tópico, quero me inscrever para o próximo ano no ISEC pelo regime +23 anos (perfeito que fujo aos exames nacionais) e tenho várias curiosidades sobre o processo de selecção.
1- Quantas vagas em média há disponíveis para estes cursos? Alunos +23 competem com os mais novos na colocação? Os mais novos e +23 são misturados nas turmas?
2- Alguma ideia do que possam perguntar na entrevista além de perguntas pessoais e profissionais...basta ir relaxado que não é nada demais?
3- Prova escrita...tem a ver com o curso em si certo? ou pode ser reflexões de cultura geral? No site diz "O Júri irá fornecer os elementos de estudo para se preparar para a prova escrita a decorrer no dia agendado pelo Júri." mas seria sempre melhor estudar com mais antecedência para saber o que esperar. Alguém com um exemplo de prova em pdf?
4- Nos CTESPs também são realizados exames todas as semanas como nas licenciaturas ou são menos frequentes ou até mesmo inexistentes?
Agradecia também qualquer opinião sobre o curso em si e depois de estar empregado como é o dia-a-dia, tarefas a desempenhar, salário médio, horários, stressante? É necessário puxar pela criatividade a maior parte do tempo? Ambiente no ISEC?
Muito obrigado desde já.
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2017.02.18 00:18 Drumans JUSTIÇA no mundo do trabalho

Olá pessoal,
Estive hoje a dialogar com familiares sobre a minha situação e reflexão com base na experiencia que tenho a nivel de trabalho. INTOPIC- tenho 25 anos
Estou a acabar a licenciatura de Engenharia de Informatica, enquanto tirei um estágio. Ora não me renovaram o estágio ou o contrato. Não me quero gabar de que fiz um bom trabalho mas olhem....eu realmente tou orgulhoso pelo trabalho que fiz e mesmo como estagiário ainda recebi 2 prémios pelo meu empenho e tive a carga de trabalho e mesmas responsabilidades de uma pessoa não-estagiaria. Deram-me bastante responsabilidade porque viram que eu tava imparavel e depois no fim pimba. Rua.
Embora os fatores não sejam visiveis, havia muita gente que falava mal de mim nas costas e tinham um vocabulário tão aperfeiçoado no lado da mentira, meu deus, se houvesse um guiness para ver quem faz bom teatro conheci la bastante gente que está candidato a recordes mundais. Eu mesmo defendendo-me, nao tenho o poder suficiente. Ao final do dia era um estagiário e o chefe mesmo no fundo vendo que eu tinha razão, ele protegia em primeiro os superiores a mim.
Eu não sou muito social, gosto de estar atento ao meu trabalho e adoro o que faço. Eu trabalho no computador, alguns trabalham falando e dando graxa investindo menos tempo no trabalho real em si. Quero ao final do dia sentir que o esforço que puz no que faço reflete para o bem da empresa e dos restantes, ou seja justiça.
A minha resposta é NÃO. É possivel ainda mesmo nos dias de hoje (embora ja mais dificilmente) um empresa subir com base na competencia dos seus empresários e CHEFES. Há muitas mini-empresas de pessoal que sai de empresas maiores para formarem empresas mais pequenas e filtradas mas estas pequenas, com pessoal honesto e trabalhador.
Minha resposta é um 80% SIM. 20% devido aos antepassados de familias muito poderosas e ocultas. Quanto ao sim, a incompetencia (voluntaria ou involuntaria) a longo prazo traz sempre estragos na minha opinião
Não sei...Pelo menos para tentar corrigir em conjunto ou pelo menos inventarem alguma lei inovadora para todos (tal como o direito do Homem) que tente de alguma forma combater este problema. De qualquer das formas eu preferia mais o lado do Publico e o Privado unirem-se ou pelo menos chegarem a consensos, porque segundo o que penso: Poderá existir mau sem bem? Poderá existir luz sem escuridão?) O que e quem é Bom ou Mau? Ao final do dia somos todos humanos e precisamo-nos todos uns dos outros. Mas não será que a honestidade deveria ser mais valorizada?
Será as cunhas o factor pelo qual a maioria das empresas se encontram-se assim? minha resposta é TALVEZ SIM TALVEZ NÃO. Não acredito que atualmente as cunhas sejam a principal razão das empresas estarem tão sujas, mas sou um pouco mais a favor de que na área de Recursos Humanos e afins, fizessem acompanhamentos melhores de forma a saberem a Qualidade das pessoas. Creio que a área de recursos humanos é extremamente importante e mesmo sendo cunha ou não cunha deveria haver processos de mais responsabilidade ENTRE os recursos humanos e restantes áreas que garantissem que os mais honestos ficassem. Outro fator é pelo facto desse sistema estar tao abusado, que mesmo os honestos têm de recorrer ao mesmo. Nunca trabalhei numa empresa Publica, por isso não sei por ai. Estará ao dispor de alguem que queira partilhar nos comentarios!
Será que na altura rendeu bastante a Adesão de Portugal a UE? (so estou a perguntar sobre a Adesão, tenham atenção quando for ao responder.). Eu era bastante novo na altura, posso não dar nesta pergunta uma resposta forte, mas Sentia que portugal até estava bem nos anos 90's. Creio que a adesão foi mais uma especie de Arca de Noé pois quem saiba os proprios lideres da UE ou America, estavam já planear "Crashar" a economia. Se AGORA vale a pena estar na UE. opa..obvio que vale a pena. Mas será os beneficios e o esforço da UE suficiente?
Este assunto para mim é bastante importante encontrar uma solução porque tem bastantes efeitos colaterais. Afeta na Educação, na Cultura, em tudo e a longo prazo! Quero ver o meu pais crescer forte como era antigamente. Quero o meu verdadeiro Portugal com a força que tinha antigamente! Portugal que descobriu milhares de terras e conquistou muitas outras. Um pais pequeno no mapa mas que fez bastante (de bem e de mal). Mas sinto que ha espaço para mais Bem. Estarei pronto para comentarios a meu favor e outros que não estejam a meu favor. Estarei disposto a responder a ambos e poder discutir (seja com o Bem ou com o Mal). O que fazer para optimizar a nossa nação?
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